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Título: O rio Vez - ordenamento aquícola e a gestão sustentável da espécie piscícola Salmo trutta
Autor: Vieira, Sandra Cristina Ribas
Orientador: Rodrigues, António Manuel Moitinho Nogueira
Palavras-chave: Salmo trutta
Espécies piscícolas
Rio de montanha
Ordenamento piscícola
Vegetação ripícola
Gestão sustentável
Data de Defesa: 2011
Editora: IPCB. ESA
Citação: VIEIRA, Sandra Cristina Ribas (2011) - O rio Vez - ordenamento aquícola e a gestão sustentável da espécie piscícola Salmo trutta. Castelo Branco : IPCB. ESA. 1 CD-ROM. Dissertação de Mestrado.
Resumo: O estudo realizou-se no rio Vez, curso de água que pertence a bacia hidrográfica do rio Lima e a região hidrográfica do Minho e Lima localizado no concelho de Arcos de Valdevez. As margens do Rio Vez, devido a sua diversidade de habitats e espécies que albergam foram classificadas como Sitio de Importância Comunitária (SIC) para a Conservação. O trabalho de campo foi realizado em duas fases (Marco/Abril e Junho), tendo-se estudado um total de 16 trocos de amostragem. Procedeu-se a caracterização do elenco florística ao longo dos trocos inventariados e a amostragem da ictiofauna através da pesca elétrica. Neste âmbito, efectuou-se a analise dos dados respeitantes a idade, crescimento, condição física e ou coeficiente de condição física (factor "K") dos exemplares monitorizados. Os resultados confirmaram estarmos perante um curso fluvial constituído por uma grande diversidade de habitats, os quais parecem apresentar reduzidas taxas de artificialização. O elenco florística dos trocos de amostragem e apresentado em tabelas por ordem decrescente de abundância. A truta fário, a boga e a enguia representam as espécies piscícolas mais euribiontes neste curso de água. Neste sentido, verifica-se que o rio Vez possui a truta-fário quase desde a nascente ate a confluência com o rio Lima. O escalo e dominante nos trocos médios do Rio Vez, seguido da panjorca e do barbo. Nos últimos dois trocos (15 e 16), mais a jusante, perto da foz, e de salientar a captura de alguns exemplares de lampreia em fase juvenil e de truta-marisca. Em face destes resultados, importa salientar a inexistência de espécies exóticas. Para a totalidade dos 16 trocos de amostragem, a truta apresenta um crescimento isométrico e revela uma ligeira falta de robustez.
Descrição: Dissertação apresentada à Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco com vista à obtenção do Grau de Mestre em Tecnologias e Sustentabilidade dos Recursos Florestais.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.11/1190
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