Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.11/1265
Título: Representações sociais sobre as funções que os enfermeiros de um hospital distrital desempenham
Autor: Maia, Carlos Manuel Leitão
Palavras-chave: Representações sociais
Funções
Enfermeiros
Estigma
Imagem
Data de Defesa: 1995
Editora: Universidade Católica Portuguesa. Faculdade de Ciências Humanas
Citação: MAIA, Carlos Manuel Leitão - Representações sociais sobre as funções que os enfermeiros de um hospital distrital desempenham. Lisboa: UCP. FCH, 1995. 149 f. Dissertação de Mestrado
Resumo: Elaborámos um estudo exploratório, descritivo e analítico, que tem como objectivos analisar as representações dos enfermeiros, de um hospital distrital, sobre as funções que desempenham e analisar as estratégias, desses enfermeiros, com vista à autonomia profissional. O instrumento de colheita de dados, questionário, foi aplicado a uma amostra seleccionada pela técnica da amostragem probabilística estratificada, constituída por oitenta enfermeiros. No tratamento dos dados utilizámos medidas de tendência central e de dispersão. Para testar as hipóteses, utilizámos o teste qui-quadrado, o coeficiente de Yule e o teste de diferença entre médias, com α = 0,05. As principais conclusões do estudo foram: - Foi possível analisar as representações dos enfermeiros sobre as funções que desempenham e as estratégias com vista à autonomia profissional - Para 78,75 % a Enfermagem hospitalar não deve privilegiar a dimensão técnica em detrimento da relacional, sendo inclusivamente a dimensão relacional apontada por 80,0 % como factor que distingue a enfermagem das outras profissões de saúde - O desempenho de funções que pertencem a outros grupos profissionais foi referida por 90,0 %, enquanto apenas 10,0 % refere desempenhar exclusivamente as funções atribuídas legalmente - Enquanto 80,0 % refere delegar tarefas menos qualificadas nas auxiliares de acção médica, 20,0 % refere não o fazer - Os factores que mais podem contribuir para a autonomia da profissão, são, por ordem de preferência: definição do Estatuto Profissional (18,75%); criação da Ordem dos Enfermeiros (13, 75%); utilização do Processo de Enfermagem (12,5%); desenvolvimento da Investigação em Enfermagem (11,25%); delegação de tarefas menos qualificadas (11,25%); desempenho exclusivo das funções de Enfermagem (10,0 %); melhorar formação académica (10,0%); maior rigor na escolha dos responsáveis (6,25 %); maior união de classe (6,25 %) - Os enfermeiros que trabalham em serviços que prestam cuidados especializados revelam maior satisfação profissional - O reconhecimento social da profissão é baixo para 72,5 %, razoável para 26,25% e alto para 1,25 %. - Os enfermeiros com habilitações académicas mais elevadas são os que acham que a integração no Ensino Superior Politécnico aumentou o prestígio social da profissão - A existência de vários modelos teóricos é considerada benéfica para a profissão por 66,25% e prejudicial por 33,75 % - Os enfermeiros mais jovens são os que consideram benéfica para a profissão a existência de vários modelos teóricos
Descrição: Dissertação de Mestrado apresentada à Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.11/1265
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