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Título: Controlo da dispneia: estratégias, farmacológicas e não farmacológicas, para o seu alívio num contexto de cuidados paliativos: revisão sistemática da literatura
Autor: Gonçalves, André
Nunes, Lénia
Sapeta, Paula
Palavras-chave: Dispneia
Cuidados paliativos
Estratégias farmacológicas
Estratégias não-farmacológicas
Data: 2012
Editora: IPCB.ESALD
Citação: GONÇALVES, André; NUNES, Lénia; SAPETA, Paula (2012) - Controlo da dispneia: estratégias, farmacológicas e não farmacológicas, para o seu alívio num contexto de cuidados paliativos: revisão sistemática da literatura. Castelo Branco: IPCB. ESALD. 25 p.
Resumo: PROBLEMÁTICA: A dispneia é um dos sintomas mais desestabilizadores e frequentes em pacientes com doença crónica, progressiva e incurável nos seus estádios mais avançados, aumentando de prevalência e intensidade ao longo das últimas semanas de vida do utente. As opções terapêuticas para este tipo de utentes devem focar o alívio ou eliminação da dispneia, restaurar a normalidade funcional, minimizar ou eliminar a hospitalização e tornar mais eficiente o uso dos recursos humanos e materiais disponíveis. OBJECTIVOS: Nesta revisão sistemática da literatura definimos como metas identificar e descrever os métodos farmacológicos e não-farmacológicos no alívio eficaz da dispneia num contexto de Cuidados Paliativos. DESENHO: Revisão Sistemática da Literatura MÉTODOS: Foram incluídos 11 artigos, 4 revisões sistemáticas da literatura e um trabalho de investigação académico, publicados entre 2007 e 2012 e pesquisados em bases de dados de referência e com acesso a texto integral. RESULTADOS: No controlo da dispneia em Cuidados Paliativos intervém sobretudo estratégias farmacológicas e não farmacológicas. Os opióides constituem a primeira linha farmacológica, quer usados isoladamente quer em conjunto com uma benzodiazepina. Tem sido estudada a ação da furosemida inalatória, embora a sua evidência seja ainda reduzida. O uso de oxigenoterapia é útil, mas apenas em casos de dispneia associada a hipoxia, caso contrário o uso de oxigénio medicinal ou de ar atmosférico tem um efeito semelhante. No que refere às estratégias não farmacológicas, o uso de ventiladores, de técnicas de relaxamento, o apoio psicossocial, o treino respiratório e as terapêuticas alternativas como acupunctura ou estimulação elétrica neuromuscular têm também sido abordadas na literatura de referência. CONCLUSÕES: Em doentes terminais, pese embora os diversos processos de doença em evolução, estão presentes um número comum de problemas que necessitam de uma resposta eficaz por parte dos profissionais. Ao nível do controlo da dispneia, foram identificadas uma série de respostas farmacológicas e não farmacológicas com reconhecida validade científica, que deverão ser utilizadas sempre com critério e atendendo às características particulares de cada indivíduo.
Peer review: no
URI: http://hdl.handle.net/10400.11/1475
Aparece nas colecções:ESALD - Relatórios técnico/científicos

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