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Título: Contributo para a validação da Edmont Frail Scale (EFS)
Autor: Martins, Daniela
Carvalho, Iolanda
Cordeiro, Nuno
Pinheira, Vítor
Palavras-chave: Fragilidade
Validação
EFS
Gerontologia
Data: Out-2012
Citação: MARTINS, Daniela [et al.] (2012) – Contributo para a validação da Edmonton Frail Scale (EFS). In Congresso Internacional Luso-Espanhol sobre Envelhecimento Positivo e Solidariedade Intergeracional, 8, Castelo Branco, 18-20 de Outubro. Poster.
Resumo: INTRODUÇÃO: A população portuguesa está cada vez mais envelhecida, sendo a fragilidade, um conceito importante a conhecer. Entende-se como fragilidade um estado dinâmico que afecta um indivíduo originando alterações em um ou mais campos do funcionamento humano, determinado por uma série de variáveis. Na perspetiva de um envelhecimento positivo importa prevenir as consequências resultantes do acentuar do estado de fragilidade, de forma a minimizar os impactos em termos familiares, sociais e económicos. Os profissionais que trabalham com esta população necessitam de instrumentos de medidas validados para a língua portuguesa para que se possam fazer avaliações dos indivíduos, mais credíveis e quantificáveis. Sendo o conceito de “fragilidade” relativamente recente, não existem instrumentos adequados para o seu estudo. OBJECTIVOS: Avaliar se o processo de validação intercultural da Edmonton Frail Scale (EFS) para a língua portuguesa está adequado à população idosa portuguesa através da análise das características psicométricas (validade e fiabilidade). DESENVOLVIMENTO/MÉTODO: Este estudo decorreu em três momentos de avaliação. Em T0 foram aplicados 4 questionários (questionário de dados de caracterização e informação sócio-demográfica, Edmonton Frail Scale (EFS), Functional Status Questionnaire (FSQ) e 12- item Short Form Health Survey (SF-12)) e ainda o consentimento informado, às 60 pessoas idosas. Passadas 48h-96h, foi apenas aplicada a EFS (T1). Finalmente, com intervalo de 4 semanas de T0 foi aplicada a EFS e o questionário de dados de caracterização e informação sócio-demográfica (T2). CONCLUSÃO: A versão portuguesa da EFS, neste estudo demonstrou características psicométricas comparáveis a outras versões da EFS, para pessoas idosas. Uma vez que não foi aplicado nenhum protocolo específico que especulasse mudanças estatisticamente significativas, os valores obtidos, nomeadamente no poder de resposta foram bastante fracos (0,16), assim como na validade de construção (-0,66>r>-0,23). A conciliação do uso desta escala com outras escalas pode ser uma mais-valia, em termos de avaliação destas mudanças.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.11/1505
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