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Título: (In) Felizes sem voz e sem medo : histórias de vida de deficientes mentais indigentes da região albicastrense
Autor: Jorge, Horácio
Palavras-chave: Deficiência mental
Indigência
Comunidade
Direitos humanos
Trabalho
Data de Defesa: 2010
Citação: JORGE, Horácio (2010) - (IN) FELIZES SEM VOZ E SEM MEDO : Histórias de Vida de Deficientes Mentais Indigentes da Região Albicastrense. Castelo Branco : IPCB. Escola Superior de Educação. 178 f. Dissertação de Mestrado.
Resumo: Os indigentes deficientes mentais foram sempre uma presença incomodativa nas comunidades albicastrenses. Com este estudo, através de histórias de vida, pretendemos saber quais os motivos que originaram o seu abandono social. Também indagámos por que motivo a referida situação se mantém, apesar das novas políticas de inclusão social. Pensámos que os objectivos traçados, em relação à população em estudo, nos poderiam ajudar nas respostas ao problema formulado: perceber de que forma o indigente age e interage com a família e a comunidade de residência; inferir acerca das oportunidades escolares que lhe foram oferecidas, identificar as causas do abandono social; conhecer qual o apoio que as instituições locais lhe oferecem; conhecer o risco que representam para a sociedade; conhecer o grau de responsabilização da comunidade e/ou da família perante eventuais acidentes. Utilizámos uma metodologia qualitativa, através da realização de entrevistas directivas biográficas e em profundidade, a partir de uma amostragem de seis indivíduos selecionados nas freguesias limítrofes e na própria cidade de Castelo Branco. O primeiro contacto foi iniciado com um indigente deficiente mental nosso conhecido e, desde sempre, do nosso relacionamento. Continuámos com outros dois indivíduos também conhecidos. Os restantes foram-nos dados a conhecer através de pessoas conhecidas. Pensamos que a população em estudo continua a ser marginalizada, apesar das novas políticas sociais, pelo facto de a sua história de vida coincidir com uma época de transição de valores: foram criados numa sociedade tradicionalista que tolerava os indigentes, desde que não incomodassem e não interferissem socialmente e presentemente vivem numa sociedade que apela à igualdade de direitos, promovendo, a inclusão social. A qualidade de vida que deve ser oferecida a estes indivíduos e para essa promoção, os Centros de Dia, Lares Residenciais e Centros de Actividades Ocupacionais têm um papel primordial na ajuda às famílias.
Descrição: Dissertação apresentada ao Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Educação Especial – Domínio Cognitivo e Motor.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.11/1582
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