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Título: Cuidadores formais de pessoas idosas: perfil de formação e qualidade de vida
Autor: Beringuilho, Fátima
Saraiva, Horácio
Pinheira, Vítor
Palavras-chave: Formação
Qualidade de vida
Cuidadores formais de idosos
Data: 22-Nov-2013
Editora: Universidade Nova de Lisboa.Faculdade de Ciências Médicas; Fundação D. Pedro IV
Citação: BERINGUILHO, Fátima; SARAIVA, Horácio; PINHEIRA, Vitor (2013) - Cuidadores formais de pessoas idosas: perfil de formação e qualidade de vida. In Conferência Internacional sobre Envelhecimento, 4, Lisboa, 22 de Novembro. Lisboa: Universidade Nova de Lisboa.Faculdade de Ciências Médicas; Fundação D. Pedro IV. p. 143-145
Resumo: Introdução: O aumento da população idosa associada ao aumento da longevidade humana, a prevalência de doenças crónicas e de incapacidade, faz emergir a importância de um grupo profissional crucial para a prestação de cuidados em instituições para pessoas idosas: os cuidadores formais não diferenciados. A formação multidisciplinar destes profissionais pode ser a chave para uma política de cuidada digna e de qualidade. Torna-se pois necessário conhecer o perfil destes cuidadores formais, o tipo de formações que realizam, e a sua relação com a qualidade de vida. Objectivos: Avaliar e comparar o perfil sociodemográfico, níveis de formação e de qualidade de vida de cuidadores formais de instituições geriátricas com e sem fins lucrativos, assim como estudar a relação entre a existência de formação e os níveis de qualidade de vida. Metodologia: Estudo exploratório, descritivo e comparativo, com amostra por conveniência constituída por 254 indivíduos de 15 instituições de apoio a idosos do distrito de Castelo Branco, subdividida em dois grupos: com e sem fins lucrativos. Na recolha dos dados foi utilizado um questionário de caracterização sociodemográfico e laboral da amostra, um questionário de recolha dos níveis de formação e o WHOQOL-BREF, para avaliar a Qualidade de Vida (QV) dos cuidadores. Resultados: Observaram-se diferenças entre o perfil dos cuidadores de instituições com e sem fins lucrativos em algumas variáveis sociodemográficas. Os cuidadores de instituições sem fins lucrativos têm maior número de formações, mas menos frequentes. Relativamente à QV, os cuidadores revelaram pontuações abaixo dos valores de referência para a população portuguesa, mas sem diferenças entre grupos. Verificaram-se melhores níveis de QV no domínio Físico (p= 0,038), Psicológico (p=0,003) e Social (p=0,009) em indivíduos que referem possuir formação na área em que trabalham. Conclusões: As relações encontradas entre o perfil formativo, a QV e algumas variáveis sociodemográficas indicam a necessidade de as organizações formativas e as prestadoras de cuidados se comprometerem a proporcionar formação e actualizações contínuas aos cuidadores formais, que incidam na promoção de conhecimentos e de competências relativamente ao cuidado, garantindo melhores cuidados às pessoas idosas e melhor QV a estes profissionais.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.11/2198
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