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Título: Alterações cinemáticas do membro superior durante a marcha, em indivíduos com lombalgia, antes e após a aplicação de um protocolo de tratamento
Autor: Coutinho, António
Campos, Sofia
Palavras-chave: Lombalgia
Cinemática
Marcha
Fisioterapia
Data: 12-Jun-2015
Citação: COUTINHO, A. ; CAMPOS, S. (2015) - Alterações cinemáticas do membro superior durante a marcha, em indivíduos com lombalgia, antes e após a aplicação de um protocolo de tratamento. In: Congresso Nacional de Fisioterapeutas, 9, Cascais, 12 a 14 de junho - Fisioterapia é Saúde. Lisboa: Associação Portuguesa de Fisioterapeutas. E-Poster
Resumo: Objetivo: Comparar e analisar as alterações cinemáticas do membro superior nas várias fases da marcha, em indivíduos com lombalgia, antes e após a implementação de um protocolo de tratamento em fisioterapia para a diminuição da dor. Relevância: Permite-nos perceber o impacto que o membro superior tem ao longo da marcha e assim, adequar a intervenção em fisioterapia no sentido de evitar estas alterações, que a longo prazo, resultam em compensações posturais. Amostra e Métodos e: Amostra constituída por indivíduos entre os 18 e os 65 anos de idade. Foram submetidos a dois momentos de avaliação, antes e após a aplicação do protocolo de tratamento. Em ambos aplicou-se a Escala Visual Analógica da Dor (EVA), o Time Up-and-Go test (TUG) e o Roland-Morris Disability Questionnaire (RMDQ). Para obter os parâmetros cinemáticos do membro superior utilizou-se uma câmara posicionada lateralmente, um foco luminoso e marcas refletoras. As imagens foram analisadas no programa Kinovea® versão 8.15, e posteriormente no programa MATLAB®, obtendo-se assim os ângulos de flexão e extensão do braço e antebraço e velocidade de oscilação. Resultados: Foram encontradas diferenças significativas entre T0 e T1, nomeadamente na EVA (p=0,002), no TUG (p=0,000), no RMDQ (p=0,005), no ângulo máximo de flexão do braço (p=0,001), no ângulo máximo de extensão do braço (p=0,007) e na velocidade da marcha (p=0,038) Conclusão: O protocolo de tratamento teve efeitos positivos na diminuição da dor e velocidade da marcha, e que houve uma diferença no padrão de marcha dos sujeitos de T0 para T1, sendo que em T0 apresentavam um padrão de movimentos do braço para extensão e em T1 realizam mais flexão, obtendo assim ângulos positivos.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.11/3020
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