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Título: Capacidade funcional e bomba muscular venosa na doença venosa crónica
Autor: Gonçalves, Catarina
Crisóstomo, Rute
Palavras-chave: Bomba muscular venosa
Velocidade da marcha
Equilíbrio
Estado de saúde funcional
Doença venosa crónica
Data: 12-Jun-2015
Citação: Gonçalves, C.; Crisóstomo, R. (2015) - Capacidade funcional e bomba muscular venosa na doença venosa crónica. In: Congresso Nacional de Fisioterapeutas, 9, Cascais, 12 a 14 de junho - Fisioterapia é Saúde. Lisboa: Associação Portuguesa de Fisioterapeutas. E-Poster
Resumo: Objetivos – Avaliar a capacidade funcional e a função da Bomba Muscular Venosa em sujeitos com Doença Venosa Crónica (DVC) e em saudáveis. Relevância – Os utentes com DVC têm diminuição da qualidade de vida relacionada com a saúde e alterações funcionais dos membros inferiores sendo importante avaliar e intervir nesta área. Amostra – Participaram neste estudo 109 sujeitos (36 saudáveis e 73 com DVC). Material e Métodos – A severidade da DVC foi avaliada através da Venous Clinical Severity Score, a amplitude de movimento ativa (ADMa) da tibiotársica(°) e a força muscular dos flexores plantares (PT, PT/BW, TW, AP) através do Dinamómetro Isocinético Biodex System 3 Pro®, o estado de saúde funcional através do Functional Status Questionnaire, a velocidade da marcha(m/s) através do 10-meter walk test, o equilíbrio ântero-posterior e médio-lateral(cm) através do Functional Reach Test e do Lateral Reach Test, respetivamente. Análise Estatística – Foi utilizada estatística descritiva para descrever a amostra e os resultados obtidos. Aplicou-se estatística inferencial paramétrica (Independent-Samples T Test, One-Way ANOVA, coeficiente de correlação de Pearson) por a amostra apresentar uma distribuição normal (Kolmogorov–Smirnov). O nível de significância foi estabelecido em P<0,05. Resultados – A velocidade da marcha, a força muscular e as dimensões físicas do estado de saúde funcional estão diminuídas no grupo com DVC (P<0,05). A ADMa, a força muscular (PT/BW 60°/s e 120°/s, TW 60°/s e 120°/s e AP 120°/s), a função física 2 e social 1 e 2 diminuem com a severidade da DVC (P<0,05). A função social 1 e todos os parâmetros recolhidos pelo dinamómetro isocinético apresentam-se diminuídos quanto maior for a gravidade da doença (P<0,05). Conclusão – Os sujeitos do grupo com DVC revelaram uma diminuição da força muscular dos flexores plantares, da velocidade da marcha e do estado de saúde funcional (dimensões físicas) em relação ao grupo controlo, as quais tendem a agravar com a severidade da doença.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.11/3022
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