Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.11/3026
Título: Força e arquitetura muscular em sujeitos com doença arterial periférica dos membros inferiores
Autor: Abrantes, Filipe
Crisóstomo, Rute
Palavras-chave: Arquitetura muscular
Força
Oclusão arterial
Doença arterial periférica
Data: 12-Jun-2015
Citação: ABRANTES, F.; CRISÓSTOMO, R. S. (2015) - Força e arquitetura muscular em sujeitos com doença arterial periférica dos membros inferiores. In: Congresso Nacional de Fisioterapeutas, 9, Cascais, 12 a 14 de junho - Fisioterapia é Saúde. Lisboa: Associação Portuguesa de Fisioterapeutas. Comunicação oral
Resumo: Objetivos: Avaliar a relação entre a arquitetura muscular (AM) do gémeo interno (GI), a produção de força dos músculos flexores plantares (MFP) e o índice de oclusão arterial, num grupo com doença arterial periférica (grupo DAP), comparativamente a um grupo controlo (sem DAP).Relevância: São conhecidas as alterações da funcionalidade, nomeadamente na marcha e da função da bomba muscular da perna, do indivíduo com DAP, pelo que importa aos fisioterapeutas conhecer as alterações funcionais e estruturais associadas a esta disfunção. Amostra: Foram incluídos 25 sujeitos, 13 controlo e 12 com DAP, indicados pela consulta de cirurgia da unidade local de saúde, totalizando 15 pernas avaliadas por grupo. Material e métodos: Os participantes foram avaliados numa única sessão. A força dos MFP e amplitude de movimento da tibiotársica foram avaliadas por dinamometria isocinética (60º/s e 120º/s); a AM do GI por ultrassonografia e o índice tornozelo braço (ITB) por doppler. Foram avaliadas as diferenças entre os grupos com e sem DAP; No grupo com DAP, foram avaliadas as diferenças entre subgrupo com maior e menor severidade de oclusão (ITB<0,7 e ITB≥0,7); e foram estabelecidas correlações entre os dados de dinamometria isocinética com os da AM no grupo com DAP. Análise estatística: Descritiva e inferencial, não paramétrica. Diferenças estudadas com o teste Mann-Whitney e correlações através de coeficiente de correlação de Spearman, com nível de significância 0,05. Resultados: Comparado com o grupo controlo, os MFP do grupo DAP, apresentaram menores valores de momento de força máxima, momento de força máxima por unidade de peso corporal, trabalho total e potência média a 60º/s e 120º/s (P<0,05). Identificou-se, no grupo DAP ITB<0,7 menor momento de força máximo por unidade de peso corporal a 60º/s e 120º/s, comparativamente ao grupo DAP ITB≥0,7. Não se observaram diferenças entre grupo DAP e controlo na AM do GI, nem esta se relacionou com a força dos MFP ou alterada em função da gravidade da DAP. Conclusões: Sujeitos com DAP apresentam menor força dos MFP, que sujeitos sem DAP, que agrava com a severidade da obstrução arterial. Contudo, a AM do GI parece semelhante nos dois grupos, sem ter relação com a força muscular.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.11/3026
Aparece nas colecções:ESALD - Comunicações em encontros científicos e técnicos

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