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Título: Alterações cinemáticas da pélvis e dos parâmetros electromiográficos dos músculos do tronco (recto do abdómen e iliocostal), durante a marcha, em sujeitos com lombalgia
Autor: Coutinho, António
Filipe, V.
Palavras-chave: Cinemática
Electromiografia
Lombalgia
Data: 12-Jun-2015
Citação: COUTINHO, A.; FILIPE, V. (2015) - Alterações cinemáticas da pélvis e dos parâmetros electromiográficos dos músculos do tronco (recto do abdómen e iliocostal), durante a marcha, em sujeitos com lombalgia. In: Congresso Nacional de Fisioterapeutas, 9, Cascais, 12 a 14 de junho - Fisioterapia é Saúde. Lisboa: Associação Portuguesa de Fisioterapeutas. Comunicação oral
Resumo: Objectivos: Analisar as diferenças na osteocinemática da pélvis e parâmetros electromiograficos (EMG) dos iliocostais (IC) e rectos do abdómen (RA) num grupo com lombalgia e um grupo de control, durante a marcha. Relevância: É importante perceber se existem alterações da actividade muscular e da osteocinemática da pélvis no plano sagital durante as fases da marcha (apoio e balanço) em indivíduos com lombalgia em relação ao do grupo de controlo. Amostra: Trata-se de um estudo transversal. Amostra de 18 indivíduos (9 com dor e 9 sem dor) entre os 20 e os 65 anos de idade. Metodologia: Para a mensuração da dor utilizou-se a EVA (escala visual analógica) e na recolha dos parâmetros EMG utilizou-se o BIOPAC Systems). Na recolha da osteocinemática utilizou-se o programa APAS System (Ariel Performance Analysis System). Análise estatística: Utilizou-se o programa o PASW statistics 18 com testes não paramétricos (Mann-Whitney Test). Resultados: Os sujeitos com lombalgia atingem picos máximos de actividade dos músculos do tronco mais precocemente na fase da marcha que os indivíduos sem dor lombar com um valor de p<0,05. Não há diferenças estatisticamente significativas nas médias de actividade dos músculos do tronco nem na osteocinemática da pélvis entre os dois grupos. Conclusão: O facto dos sujeitos com dor lombar atingirem os picos máximos de actividade muscular mais precocemente no ciclo de marcha pode estar relacionado com uma tentativa de estabilização do movimento no sentido de evitar a dor e como tal associado ao medo deste. Contudo não existem diferenças entre os dois grupos nas médias da actividade muscular e na amplitude total nem da média do ângulo da pélvis durante um ciclo de marcha.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.11/3028
Aparece nas colecções:ESALD - Comunicações em encontros científicos e técnicos

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