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Título: Força e arquitetura muscular do gémeo interno na bomba muscular venosa
Autor: Peixoto, Flávia
Pinto, Ângela
Kozlova, Veronika
Crisóstomo, Rute
Palavras-chave: Força muscular
Amplitude de movimento
Arquitetura muscular
Insuficiência venosa crónica
Data: 12-Jul-2015
Citação: PEIXOTO, Flávia [et al.] (2015) - Força e arquitetura muscular do gémeo interno na bomba muscular venosa. In: Congresso Nacional de Fisioterapeutas, 9, Cascais, 12 a 14 de junho - Fisioterapia é Saúde. Lisboa: Associação Portuguesa de Fisioterapeutas. E-Poster
Resumo: Objetivo: Avaliar e comparar a Força Muscular (FM), Amplitude de Movimento (ADM) e Arquitetura Muscular da bomba muscular venosa em sujeitos com e sem Insuficiência Venosa Crónica (IVC). Relevância: A IVC provoca alterações na função da bomba muscular venosa, no entanto, pouco se conhece acerca das suas repercussões físicas e funcionais. Amostra: Sujeitos com IVC (alterações da tróficas, e úlcera ativa/cicatrizada) e saudáveis. Foram avaliados 33 sujeitos dos quais foram analisados 15 membros com IVC vs. 15 saudáveis. Materiais e Métodos: Foi avaliada severidade da doença pelo Venous Clinical Severity Score; FM da tibiotársica (flexão plantar) pelo dinamómetro isocinético Biodex System 3 Pro; arquitetura muscular do músculo gémeo interno por ecografia muscular (Phillips-HD7-XE) em três posições articulares da tibiotársica (neutra, flexão plantar e dorsal). Análise Estatística: Para além da estatística descritiva, foi calculado o coeficiente de correlação de Spearman para relacionar a severidade da DVC, ADM, força e arquitetura muscular; e o teste de Wilcoxon-Mann-Whitney para avaliar as diferenças entre os dois grupos. A fiabilidade teste-reteste do protocolo de ecografia foi avaliado pelo Intraclass Correlation Coefficient (ICC). Foi utilizado um grau de significância de 0,05. Resultados: A FM E ADM ativa apresentaram valores inferiores no grupo experimental comparativamente ao controlo (p<0,05). O ângulo de penação em repouso é menor em sujeitos com IVC que em saudáveis (21,55±3,53° e 23,57±2,21°, respetivamente, p=0,049). A severidade clínica da DVC é maior com a diminuição da força muscular e ADM da tibiotársica e arquitetura muscular (com p<0.05). Conclusão: A FM dos flexores plantares e a ADM da tibiotársica, assim como o ângulo de penação do músculo gémeo interno estão diminuídos em sujeitos com IVC e com a severidade da IVC tendem a agravar.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.11/3031
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