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Título: A Influência da facilitação da passagem de pé para sentado no alcance funcional
Autor: Veiga, Susana
Rodrigues, Abel
Martins, Carlos
Pinheira, Vítor
Palavras-chave: Facilitação
Eletromiografia
Alcance funcional
Data: 12-Jun-2015
Citação: VEIGA, S. [et. al.] (2015) - A Influência da facilitação da passagem de pé para sentado no alcance funcional. In: Congresso Nacional de Fisioterapeutas, 9, Cascais, 12 a 14 de junho - Fisioterapia é Saúde. Lisboa: Associação Portuguesa de Fisioterapeutas. E-Poster
Resumo: Objetivo: Verificar se a realização da facilitação da passagem de pé para sentado, influência a atividade mioelétrica (RMS), do grande dentado e do tricípite braquial, e no membro inferior do reto femoral e do bicípite femoral no alcance funcional do membro superior em indivíduos saudáveis e determinar os tempos de ativação dos músculos grande dentado, tricípite braquial, reto femoral e bicípite femoral. Relevância: O conceito de Bobath carece de evidência científica, o propósito deste trabalho, pensamos ser um modesto contributo para tal. Amostra: Constituída por 15 indivíduos saudáveis com uma média de idade de 20,67 (DP=1,35), em que foi aplicada a facilitação da posição de pé para sentado, e outros 15 indivíduos saudáveis com uma média de idades de 20,40 (DP=0,99), em que não foi aplicada qualquer técnica. Materiais e Métodos: Em ambos os grupos foram recolhidos através da eletromiografia de superfície os dados referentes à atividade dos 2 músculos do membro superior, e 2 músculos do membro inferior durante o alcance funcional, posterior à facilitação da posição de pé para sentado (grupo 2), e sentar ativamente (grupo 1). Análise estatística: Para a análise descritiva dos dados foram utilizadas medidas de dispersão e tendência central. Foi utilizado o teste de Kruskal-Wallis para comparar os tempos de ativação muscular e os RMS referentes a cada músculo testado, entre o grupo 1 e o grupo 2 (p≤0,05). Resultados: Foram encontradas diferenças significativas na comparação do tempo de ativação muscular do reto femoral entre o grupo 1 e o grupo 2 (p=0,001) e na comparação do tempo de ativação muscular do bicípite femoral entre o grupo 1 e o grupo 2 (p=0,001). Conclusão: Este estudo comprova, que na tarefa de alcance funcional com a execução da facilitação obtêm-se RMS e tempos de ativação muscular diferentes em comparação com a realização da mesma tarefa de forma ativa.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.11/3032
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