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Título: Movimentos migratórios internos em Portugal (1995-2011) : caracterização exploratória considerando grupos de idades, níveis de habilitações e atividade
Autor: Gomes, Maria Cristina
Moreira, Maria João
Pinto, Maria Luís
Palavras-chave: Migrantes
Mobilidade interna
Migrantes do estrangeiro
Fluxos migratórios
Migrants
Internal mobility
Migrants from abroad
Migratory flows
Migrants
Mobilité interne
Migrants venus de l’étranger
Flux migratoires.
Inmigrantes
Movilidad interna
Migrantes desde el extranjero
Flujos migratorio
Data: 2017
Editora: Mundos Sociais
Citação: GOMES, Maria Cristina ; MOREIRA, Maria João ; PINTO, Maria Luís (2017) – Movimentos migratórios internos em Portugal (1995-2011) – Sociologia, Problemas e Práticas – ISSN 0873-6529. Nº 83, p. 55-74.
Resumo: Portugal não dispõe de instrumentos que permitam uma análise aprofundada dos seus movimentos migratórios internos, apesar da sua importância na dinâmica populacional. Neste artigo partimos dos dados do questionário individual do censo de 2001, em que se perguntava a cada indivíduo se residia no concelho em que é recenseado nos dois e cinco anos anteriores, e dos globais de 2011 relativos à mesma pergunta. Concluímos que, nos dois censos, mais de 6% do total dos residentes num determinado concelho, migraram em data anterior pelo menos uma vez, e cerca de 2% do total de residentes tiveram residência anterior no estrangeiro. Por outro lado, em 2001, considerando o desenvolvimento dos dados trabalhados, os que se moveram dispunham de mais habilitações do que a média da população portuguesa no mesmo grupo etário e mostravam níveis mais elevados de emprego
Portugal does not possess the instruments to enable a deep analysis of its internal migration trends despite the importance these trends represent in the population dynamics. This paper is based on data of the 2001 INE databases of the individual census in which each person was asked if he/she lived in the municipality where the census was being taken. This residence refers to the previous two and five years. This paper also addresses the 2011 global data regarding the same question. We concluded that, in both cases, more than 6% of the total residents of a municipality had migrated at least once before and about 2% of the residents had lived abroad. Furthermore, in 2001 considering the developed data, those who moved were more qualified than the average Portuguese population of the same age group and showed higher levels of employment
Le Portugal ne dispose pas d’instruments permettant une analyse approfondie de ses mouvements migratoires internes, en dépit de leur importance dans la dynamique de la population. Dans cet article, nous partons des données dans les bases de l’INE, du questionnaire individuel du recensement de 2001, dans lequel il est demandé à chaque individu s’il résidait dans la municipalité où il est recensé dans les deux et les cinq années précédentes, et des données globales de 2011 concernant la même question. En conclusion, dans les deux recensements, plus de 6% du total de résidents d’une municipalité avaient migré au moins une fois précédemment et environ 2% des résidents avaient résidé à l’étranger. Par ailleurs, en 2001 en considérant les donnés approfondies, ceux qui ont déménagé étaient plus qualifiés que la moyenne de la population portugaise dans le même groupe d’âge et montraient des niveaux d’emploi plus élevés.
Portugal no dispone de instrumentos que permitan un profundo análisis de sus movimentos migratorios internos, a pesar de la importancia que estos tienen en su dinámica poblacional. En este artículo partimos de los datos del cuestionario individual del censo de 2001, en el cual se pregunta a cada individuo si residía en el municipio en que está censado en los dos y cinco años anteriores, y de los datos globales del censo de 2011, en relación con la misma pregunta. Concluimos que, en los dos censos, más del 6% del total de los residentes en un determinado municipio emigraron por lo menos una vez y, además, cerca del 2% de ellos tuvieron residencia anteriormente en el extranjero. Por otro lado, en 2001, teniendo en cuenta el desarrollo de los datos trabajados, los que emigraron contaban con mayor nivel académico y mostraban niveles más elevados de empleo que la media de la población portuguesa en el mismo grupo etario
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.11/5529
DOI: 10.7458/SPP2017833546
ISSN: 0873-6529
2182-7907
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