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Título: Geoquímica do granito, filões de quartzo com scheelite e águas da mina abandonada de Fonte Santa (NE de Portugal)
Autor: Gomes, E.P.
Antunes, I.M.H.R.
Silva, P.B.
Neiva, A.M.R.
Palavras-chave: Mineralização
Scheelite
Águas superficiais
Data: 2008
Editora: CGPLP
Citação: GOMES, E.P. et al. (2008) - Geoquímica do granito, filões de quartzo com scheelite e águas da mina abandonada de Fonte Santa (NE de Portugal). In Congresso de Geoquímica dos Países de Língua Portuguesa, 9, Cabo Verde, 15-20 Março - Geoquímica 2008 : livro de resumos. [S.l. : s.n.]. 2 f.
Resumo: Os filões de quartzo com scheelite da mina da Fonte Santa atravessam a formação do Quartzito Armoricano, do Ordovícico Inferior. A mineralização é de tipo “stockwork”, ocorre associada ao leucogranito sin-F3, da Fonte Santa, que aflora a 250 m a Sul do jazigo e relaciona-se com a zona de cisalhamento Moncorvo-Bemposta (Silva e Pereira, 2001). O leucogranito é de grão médio a fino, moscovítico, com foliação N80ºW, subvertical. Possui quartzo, microclina, albite, moscovite, turmalina, silimanite, zircão, apatite, e ilmenite. As amostras alteradas com microclinização e moscovitização intensa contêm clorite, columbite-tantalite, volframite, ixiolite rica em W e óxidos de ferro. É um granito peraluminoso, do tipo S, muito evoluído e estanífero com Sn > 44ppm (Silva, 2000). Alguns filões têm quartzo parcialmente recristalizado, por vezes brechóide, impregnado de sulfuretos preenchendo microfissuras e fracturas. A paragénese dos filões é constituída por quartzo, moscovite, clorite, turmalina, scheelite, pirrotite, pirite, esfalerite, calcopirite, galena, óxidos de ferro, sulfatos de Fe e fosfatos de Pb, Fe e Al. A mina da Fonte Santa foi explorada para W entre 1942 e 1982 (Triede, 2002). As águas associadas à mina da Fonte Santa, são pouco mineralizadas, com condutividade específica < 150 μS/cm, de tipo misto, bicarbonatadas ou sulfatadas. A maioria dos valores de pH (5.0 e 9.2) indicam que não há uma drenagem ácida significativa na região, tal como encontrado noutros locais (e.g., Antunes et al., 2002). Os valores mais ácidos (pH: 3.4-3.5) foram encontrados na lagoa da mina.
URI: http://hdl.handle.net/10400.11/891
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