Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.11/938
Título: As virtualidades das comunidades virtuais
Autor: Gil, Henrique
Menezes, Helena
Palavras-chave: Comunidades virtuais
Ensino
Aprendizagem colaborativa
Data: Nov-2003
Citação: GIL, Henrique ; MENEZES, Helena (2003) - As virtualidades das comunidades virtuais. In XIII Colóquio da Secção Portuguesa da AFIRSE/AIPELF. Lisboa, Portugal, Universidade de Lisboa Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação. 20-22 de Novembro.
Resumo: O que pode acontecer quando professores e alunos nunca se encontram cara a cara e apenas comunicarem via computador? Que tipo de mudanças poderá esta nova forma de transmissão do conhecimento acrescentar ao processo de ensino e de aprendizagem e às relações interpessoais? A aprendizagem nunca é passiva. Por isso ela também o não será num ambiente de virtual. Num contexto virtual cria-se uma rede de interacções que promove o conhecimento de uma forma colaborativa. Os resultados obtidos, os conhecimentos gerados, não deverão ser avaliados em termos da sua memorização mas sim pelo grau e nível de profundidade das conversas/discussões que foram desenvolvidas pelos seus intervenientes. Pelo facto dos interlocutores não se verem uns aos outros tudo o que diz respeito às expressões faciais, gestos e à linguagem corporal que não podem ser reproduzidas nem transmitidas através do código escrito faz com que as mensagens escritas sejam muito mais cuidadas, reflectidas e pertinentes. Nesse ambiente de aprendizagem os alunos considerados mais tímidos e/ou reservados poderão ter alguma vantagem dada a inexistência de um «ambiente social» onde se sentem pressionados e que os inibem. Alunos mais extrovertidos poderão perder alguma concentração e interagir não de forma muito efectiva em ambientes virtuais. Este facto poderá estar relacionado com a maior facilidade que uma pessoa introvertida tem para reflectir antes de responder a uma questão. De um modo geral, os mais extrovertidos costumam responder de forma quase imediata/automática e até irreflectida uma vez que estes indivíduos «apenas» necessitam de estabelecer contacto social. Novas abordagens e novas competências no processo de aprendizagem aliadas com a partilha de poderes entre professores e alunos vêm representar o grande desafio a distância. Esta comunicação tenta apenas identificar e reflectir sobre aspectos que nos levam a um suporte virtual.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.11/938
Aparece nas colecções:ESECB - Comunicações em encontros científicos e técnicos

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