Pinto, Ana Maria Gonçalves Lourenço Roque SantosNunes, Sara Monteiro Morgado DiasHipólito, Ana Margarida Henriques2026-01-282026-01-282025http://hdl.handle.net/10400.11/10491Dissertação apresentada à Escola Superior de Idanha-a-Nova do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Gestão de Empresas.Durante a pandemia de COVID-19, verificou-se um desgaste físico e emocional significativo nos indivíduos, com impacto tanto na esfera pessoal como profissional. A crescente preocupação das organizações com a saúde mental e o bem-estar dos colaboradores tornou-se, assim, uma prioridade estratégica. Este estudo tem como objetivo analisar os fatores que influenciam a saúde mental e a satisfação laboral dos colaboradores, bem como avaliar o impacto percebido dos programas de saúde e bem-estar corporativo. Adotou-se uma metodologia quantitativa, com base num questionário aplicado a uma amostra de 150 trabalhadores de diferentes setores de atividade. Os resultados revelam que as mulheres reportam níveis mais elevados de sintomas de perturbação mental, embora apresentem maior satisfação com o trabalho do que os homens. Verificou-se ainda uma associação positiva entre bem-estar psicológico e satisfação laboral, não tendo sido confirmado o impacto direto dos programas de saúde e bem-estar na satisfação dos participantes. Conclui-se que a saúde mental constitui um fator determinante na experiência laboral e que futuras investigações deverão aprofundar as relações entre práticas de bem-estar, género e resultados organizacionais.ABSTRACT: During the COVID-19 pandemic, individuals experienced significant physical and emotional strain, with an impact on both their personal and professional lives. Organizations' growing concern for the mental health and well-being of their employees has thus become a strategic priority. This study aims to analyze the factors that influence employees' mental health and job satisfaction, as well as to assess the perceived impact of corporate health and well-being programs. A quantitative methodology was adopted, based on a questionnaire applied to a sample of 150 workers from different sectors of activity. The results reveal that women report higher levels of mental health symptoms, although they report greater job satisfaction than men. A positive association was also found between psychological well-being and job satisfaction, while the direct impact of health and wellness programs on participant satisfaction was not confirmed. It is concluded that mental health is a determining factor in the work experience and that future research should further explore the relationships between well-being practices, gender, and organizational outcomes.porSaúde ocupacionalProgramas de saúde e bem-estar corporativoGestão estratégicaEquilibrio vida pessoal e profissionalOccupational healthCorporate health wellness programsStrategic managementGestão da saúde mental no meio laboral: impacto dos programas de saúde e bem-estar corporativo nos trabalhadores e nas empresasmaster thesis204172632