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- Adição de material reciclado - avaliação de desempenho do betão e do solo-cimentoPublication . Oliveira, Bruno Miguel Ribeiro de; Carronda, Sofia Isabel Batista Moreno; Santos, C.C.Os efeitos atuais do desenvolvimento sustentável, no setor da construção civil, incluem o desenvolvimento de tecnologias para o aproveitamento de materiais de rejeição industriais como substitutos de agregados ou substitutos de aglomerantes tanto em misturas de argamassas como em misturas de betão. A indústria de papel e celulose, por meio do processo Kraft, gera grandes quantidades de resíduos, um desses resíduos é as lamas da lixívia verde (provenientes da valorização da lixívia de cozimento), conhecido como dregs. Para minimizar os impactos ambientais e atender às exigências económicas, estão a ser desenvolvidos estudos para avaliar a viabilidade do aproveitamento destes resíduos em produtos aplicados na construção civil. Dentro deste esforço, o presente estudo tem como objetivo analisar os resultados de uma possível integração dos dregs no betão e na mistura solo-cimento. Foram realizados ensaios para caracterizar uma amostra de betão e uma amostra de mistura de solo-cimento. Foi estudado um betão de referência e um betão onde o cimento foi substituído por 10% de dregs. Foi, do mesmo modo, feita em laboratório uma mistura de solo, designada solo-cimento, constituída por 70% de areia, 30% de dregs e 15% de cimento. Neste caso foi elaborado um ensaio à compressão e uma análise visual de carotes retirados de uma viga.
- Avaliação do comportamento mecânico do betão com incorporação de resíduos de construçãoPublication . Baltazar, João Luís Esteves; Santos, C.C.A indústria da construção tem o desafio de adaptar-se às normas de exigência ambiental recorrendo, por exemplo, à reciclagem e reutilização dos produtos provenientes dos resíduos da construção e demolição (RCD). A valorização dos RCD’s permite diminuir a utilização de recursos naturais e reduzir os custos de deposição final em aterro. No âmbito das políticas de redução, reutilização e reciclagem dos resíduos, o encaminhamento adequado dos resíduos tornou-se muito pertinente. Uma primeira solução para o escoamento útil dos resíduos de construções ou demolições tem sido a substituição do agregado grosso na produção de betão. A substituição dos agregados tradicionais na produção do betão é uma medida importante para a preservação do meio ambiente e para a manutenção de um ambiente urbano mais saudável. Neste sentido, este projeto permitiu analisar processos de utilização dos RCD’s e caracterizar, em termos de resistência à compressão, betões com incorporação de RCD’s de forma a promover a sustentabilidade no setor da construção civil.
- Avaliação do risco de incêndio de uma habitação multifamiliar pelo método de FRIMPublication . Pires, Andreia Madeira; Santos, C.C.Os conceitos de qualidade de vida e de qualidade de ambiente urbano estão intimamente ligados ao conceito de requalificação do espaço público urbano. Nos centros urbanos, a segurança contra incêndios é um tema ao qual se deve dar grande relevância, não só pelo risco que pode representar para a perda de vidas humanas, mas também pelo risco que representa à riqueza cultural, patrimonial e valor histórico. O presente projeto tem como objetivo a análise do risco de incêndio a um projeto de reabilitação de um edifício urbano com base no Regime Jurídico e Regulamento Técnico de Segurança Contra Incêndio em Edifícios. Para a análise do risco de incêndio do projeto em estudo, aplicou-se a metodologia Fire Rysk Index Method (FRIM).
- Camadas não ligadas em pavimentos rodoviários: estudo do comportamentoPublication . Luzia, RosaOs materiais britados de granulometria extensa têm uma ampla aplicação nas camadas granulares não ligadas de pavimentos rodoviários, nomeadamente em sub-base e base granular. No entanto e apesar dos esforços realizados nesse sentido, o comportamento destes materiais naquele tipo de camadas não se encontra ainda suficientemente caracterizado, em especial no que diz respeito ao seu comportamento mecânico. Com o presente trabalho, cujo objectivo principal foi a caracterização e elaboração de modelos típicos de comportamento para materiais britados de diferentes litologias, aflorantes em Portugal continental, passíveis de serem utilizados em sub-base e base de pavimentos rodoviários, pretendeu contribuir-se para esse estudo.
- Definição do grau de risco no contexto das infraestruturas e sua distribuição espacial – Caso de Estudo em Castelo BrancoPublication . Patrocínio, Bruno; Dias, Ana; Santos, C.C.O presente projeto visa, com base na informação recolhida numa secção da Zona Industrial (ZI) de Castelo Branco, categorizar a mesma em três níveis de risco - Baixo; Intermédio; Alto – tendo em consideração as variáveis: 1. Distribuição das bocas de incêndio; 2. Distribuição de contentores de lixo e 3. Infraestruturas de eletricidade pública. Para a caracterização do grau de risco associado, para cada uma das variáveis consideradas, utilizaram-se as normas e legislação em vigor (1, 2, 3 e 4). Através desta definição, pretende-se avaliar o risco e a segurança da área estudada, tendo em consideração vários equipamentos distintos, entre eles: recolha de resíduos, hidrantes e grau de poluição industrial.
- Manual de GMDSSPublication . Simões, Abel; Reis, Rui dos Santos; Dias, João Carvalho; Torres, PauloAté ao seculo XIX, os salvamentos só podiam ser feitos por embarcações que navegassem nas proximidades. Os pedidos de socorro eram enviados por transmissão sonora e sinalização por bandeiras sendo o alcance muito limitado. 0 primeiro código internacional de sinais foi publicado, em 1893, destinado prioritariamente na colaboração da segurança da navegação e das pessoas, especialmente quando existisse dificuldades de língua. A invenção da radio por Guglielmo Marconi (1874-1937) em 1895, com o primeiro transmissor e o primeiro recetor, concebido pelo russo Popov, veio revolucionar as comunicações em geral, e em particular o socorro e segurança no mar, e pôr fim ao isolamento dos navios e à sua tripulação em relação a outras pessoas tanto no mar, como em terra. Os navios passaram a poder enviar as suas mensagens de socorro a distâncias de dezenas ou mesmo centenas de milhas marítimas. 0 primeiro salvamento com participação de comunicações via radio ocorreu em março de 1899, quando o navio-farol de Goodwin Sands, equipado com um aparelho radiotelegráfico Marconi, assinalou que o navio "Elbe" estava encalhado. Este acidente e outros que lhe seguiram, foram a prova de que as radiocomunicações constituem um meio internacional de socorro valiosíssimo. Em 1901, foi realizada a primeira radiocomunicação entre Poldhu (UK) e a Terra Nova com a transmissão da letra S (três pontos), acontecimento que marca o começo da era da TSF. Em 1903, dais anos depois da primeira transmissão radiotelegráfica através do Oceano Atlântico, realizou-se, em Berlim, uma conferencia preliminar sobre TSF, com a participação de apenas sete países. Nesse mesmo ano, foram feitas em Portugal, experiências de TSF, com o navio mercante Portugal. Seria, no entanto, o paquete Lisboa, o primeiro navio da marinha mercante equipado com uma estação TSF. Na sua segunda viagem, afundou-se, quando se encontrava junto da Cidade do Cabo. Os tripulantes e passageiros foram salvos pelo navio alemão Adolph Wouman, na sequência do pedido de socorro, feito pelo paquete Lisboa. Três anos mais, tarde, em 1906, também em Berlim, realizou-se a primeira conferencia internacional radiotelegráfica, desta vez com a participação de 29 países. Nesta reunião foram elaborados uma convenção radiotelegráfica e um regulamento de radiocomunicações. Nesta mesma convenção foram adotadas as letras SOS como chamada internacional de socorro: anteriormente usava-se o sinal CQD (Come Quick Danger). Também ficou estabelecido que se devia dar prioridade absoluta a todas as mensagens de socorro, que seriam efetuadas nas frequências de 500 a 1000 kHz. Em 16 de Fevereiro de 1910, entrou ao serviço na casa da balança, o posto radiotelegráfico do Arsenal da Marinha, que foi a primeira estacão radiotelegráfica em. Portugal, substituído pelo posto radiotelegráfico de Monsanto em 1916. 0 acontecimento mais dramático na história do começo da TSF, foi o naufrágio do Titanic, entre a noite de 14 para 15 de Abril de 1912, na sua primeira viagem transatlântica, quando pretendia bater o recorde de travessia do Atlântico (Europa/ América). 0 navio, ao colidir com um iceberg, afundou-se em poucas horas. Neste acidente onde morreram mais de 1500 pessoas, 700 salvaram-se ao serem recolhidas pelo paquete Carpathia, que captou a mensagem de socorro. Três meses apes este acidente, teve lugar, em Londres, uma nova conferencia internacional de radio. A tragédia do Titanic, ainda viva na memoria de todos, teve grande influência nas decisões tomadas. Chegou-se a conclusão que, nas imediações do local do desastre, navegavam varies navios que poderiam ter salvo todos os náufragos, se estivessem equipados com uma estação. Para alem disso, se o operador do navio Califórnia, equipado com uma estação, tivesse uma escuta permanente, poderia também ter prestado o seu auxílio. Passou-se a dar preferência a frequência de 500 kHz, para os pedidos de socorro. Dois anos mais tarde, foi adotada a primeira convenção internacional da salvaguarda da vida humana no mar SOLAS, que não foi posta em prática, devido a primeira guerra mundial ter rebentado nesse mesmo ano. Nos anos 20, tem início a evolução da radiotelefonia. No ano de 1926 nascem as comunicações em onda curta (HF). Em 1927, realiza-se em Washington, uma nova conferencia internacional radiotelegráfica, reunindo 80 países. Nessa mesma conferencia criou-se a. comissão consultiva internacional das radiocomunicações, CCIR, (International Consultative Commitee) à semelhança das comissões que se ocupavam das questões telegráficas e telefónicas criadas na conferencia radiotelegráfica de Paris em 1925. comissão CCIR ficou encarregada de efetuar estudos e de emitir normas sobre questões técnicas e de exploração das radiocomunicações. Foi nesta conferencia que se elaborou verdadeiramente o primeiro regulamento das radiocomunicações e uma nova convenção. No mesmo ano, realizou-se em Londres a segunda conferencia SOLAS, cujas decisões entraram em vigor em 1935. Esta conferencia seguiu os mesmos moldes da conferencia de 1914 e teve em conta os progressos técnicos e científicos realizados desde então. Foi adotada a palavra MAYDAY para a chamada internacional de socorro. Em 1932, teve lugar em Madrid a terceira conferencia radiográfica internacional. Foi nesta conferencia, que as 3 convenções internacionais, telegráfica, telefónica e de radiocomunicações se agruparam numa só, com o nome de Convenção Internacional de Comunicações. Nessa mesma conferencia, a União Telegráfica Internacional, criada em 1865 em Paris, tornou-se a União Internacional de Telecomunicações (UIT). Depois desta conferencia de Madrid muitas outras se realizaram, as quais foram introduzindo alterações no regulamento das radiocomunicações. Em 1933, a estação costeira da Marconi inicia o serviço de correspondência publica, que antes era assegurado pela estação de Monsanto. Em 1948, realiza-se nova reunião da convenção SOLAS. Desta vez, a regulamentação era destinada a todos os navios de passageiros e de carga com mais de 1600 TAB, que passaram a ter obrigatoriamente uma estação radiotelegráfica. Nesta nova convenção levou-se em conta os desenvolvimentos das radiocomunicações, nomeadamente a radiotelefonia e a radiogoniometria. Na década dos anos 50, foi dado um grande impulsoàs radiocomunicações, com a introdução do transístor, inventado pelos americanos Bardeen, Brattain e Shockley (1948). 0 transístor permitiu a redução do tamanho dos equipamentos e a implementação do VHF, como a utilização da banda lateral unica (SSB). Entretanto, em 1948, por iniciativa das Nações Unidas, foi criada a Organização Consultiva Marítima Intergovernamental, IMCO, sendo elaborada a respetiva convenção, que só entrou em vigor dez anos mais tarde. A designação anterior foi porem em 1982 alterada para Organização Marítima Internacional, IMO. Em 1959, teve lugar em Genebra (sede da UIT), uma conferencia Administrativa das radiocomunicações, tendo sido publicado um Manual para o Serviço Móvel Marítimo. As alterações à convenção SOLAS passaram a ser feitas no âmbito da IMCO (posteriormente IMO), através dos seus vários órgãos, de que se destaca a Comissão de Segurança Marítima, MSC, e a subcomissão de radiocomunicações, COM. Com o avanço da tecnologia de radiocomunicações elaborou-se, em 1974, uma outra versão da convenção, que passou a designar-se por SOLAS 74. Ficaram estabelecidos, entre outros pontos, a escuta na frequência radiotelefónica de socorro (2182 kHz) nos navios equipados com radiotelegrafia, a existência de um dispositivo de sinal de alarme radiotelef6nico e a introdução do equipamento de VHF. Enquanto a IMO foi modificando as convenções SOLAS, tendo como objetivo torná-las mais atualizadas, a UIT foi realizando novas conferencias administrativas internacionais de radiocomunicações, ampliando a extensão utilizável do espectro radioelétrico, atribuindo novas faixas de frequências aos serviços de radiocomunicações existentes e criando novos serviços. Assim, ao longo dos anos, os meios de comunicações de socorro e segurança foram sendo aperfeiçoados e normalizados na base de urna coordenação internacional. Em 1978, numa conferencia da IMO, foi criada a primeira Convenção Internacional sobre Normas de Formação, de Certificação e Serviço de Quartos para os marítimos, STCW. Esta convenção estabeleceu, pela primeira vez, as normas mínimas exigidas internacionalmente para as tripulações. Em 1979, foi adotada, a nível mundial, a Convenção Internacional de Busca e Salvamento Marítimo, SAR., a que levou a adoção de dois manuais. 0 manual MERSAR, para ser utilizado pelos marítimos e o IMOSAR., para os governos. A partir de 1962, com o aparecimento dos satélites artificiais e com a colocação em orbita do primeiro satélite de comunicações, o Telstar, as radiocomunicações passaram a ser realizadas com maior fiabilidade Em 1976, já com os estudos suficientemente avançados, a IMO adotou a Convenção relativa a organização internacional de satélites marítimos, INMARSAT. 0 sistema foi oficialmente inaugurado em Londres, no edifício da INMARSAT, pela viúva de Guglielmo Marconi, em fevereiro de 1982. A instituição do INMARSAT constituiu um grande avanço no desenvolvimento das radiocomunicações marítimas. 0 grande desenvolvimento da navegação e o consequente aumento dos sinistros marítimos levaram, em 1976, os Estados Unidos e Canadá a criarem o programa de busca e salvamento por satélite SARSAT, através de radio-balizas de localização de sinistros, EPIRB's. Um ano mais tarde, a Franca adotou o mesmo programa. Simultaneamente, o Ministério Soviético da marinha mercante (MORFLOT) vinha desenvolvendo o programa COSPAS, que se poderá traduzir por Sistema Espacial para Busca de navios desaparecidos. Dada a semelhança dos objetivos dos dois sistemas, os países envolvidos concordaram em 1979 num projeto comum. 0 sistema entrou em funcionamento em julho de 1982, com o lançamento pela União Soviética do primeiro satélite COSPAS/SARSAT, Cosmos 1383. Como já foi referido, desde o início do seculo XX, com o advento das radiocomunicações marítimas, a segurança e formação dos responsáveis das comunicações tem sido a principal preocupação das autoridades que têm a seu cargo a busca e salvamento. Foi essa preocupacao que levou a criação de um nova sistema de socorro e segurança martinhos, mais eficaz que o atual. A IMO, tendo em consideração as deficiências do sistema de socorro e segurança marítimos, iniciou, nos anos 70, o estudo do Sistema Global de Socorro e Segurança marítimos, GMDSS, com a colaboração da União Internacional das Telecomunicações. UIT, Organização Mundial Meteorológica, WMO, e Organização Hidrográfica Internacional, IHO. Mais tarde, foi obtida a participação da Organização Internacional das Telecomunicações Marítimas por Satélite, INMARSAT e dos países associados da rede COSPAS/SARSAT. A finalidade principal e conseguir que as informações meteorológicas, avisos aos navegantes e os pedidos de socorro cheguem aos navios e estacoes costeiras com mais eficiência. Em 1979, foi adotada na 11ª Assembleia da IMO, a resolução A420(XI), que estabeleceu a estrutura base do GMDSS. A implementação do GMDSS envolveu emendas ao Regulamento das Radiocomunicações que foram aprovadas na conferencia WARC-MOB-87. Foi criado um nova capítulo (N IX) contendo as disposições sobre as frequências e procedimentos para as radiocomunicações, assim corno os artigos 55 e 56, respeitantes à formação, certificação, classe e número de operadores previstos para as estações. Foram adotadas diversas resoluções, podendo destacar-se a continuação do atual sistema no que se refere às comunicações de socorro e segurança, e as responsabilidade das estações costeiras assumirem escuta nas frequências quer, no atual, quer do novo sistema. Alterado no âmbito da UIT, o Regulamento das Radiocomunicações foi necessário alterar, numa conferencia no âmbito da IMO, a Convenção SOLAS, para que o GMDSS entrasse em vigor. Nessa conferencia, foram alterados varies capítulos, nomeadamente os capítulos III (meios de salvação) e IV (radiocomunicações). Até 1 de Fevereiro de 1999, data na qual o sistema entrara definitivamente em vigor, haverá um período de transição e ainda se debate nas subcomissões da IMO, algumas clarificações de certas regras do SOLAS e resoluções para que o sistema se tome o mais eficaz possível. Podemos, pois, concluir, que o GMDSS foi concebido para, aplicando as inovações tecnológicas no campo das radiocomunicações, superar as deficiências do sistema tradicional, que se baseia numa combinação de radiotelegrafia e radiotelefonia. Portugal, através da Armada Portuguesa, que se ocupa das operações de busca e salvamento, tem planeado estações costeiras para as comunicações terrestes e via satélite, tanto no Continente, como nas ilhas dos Acores e Madeira. Está já em funcionamento a transmissão das informações de segurança marítima (MSI), através do NAVTEX. Foi inaugurada, em 1994, urna estação terrena INMARSAT C, pertencente à Marconi a qual ira dar apoio ao serviço SAR.
- Nanocristais de celulose inseridos na composição da argamassaPublication . Josué, Ingrid Pereira Alves; Santos, C.C.Tendo em vista que a argamassa é um material muito utilizado na construção civil, deve-se buscar sempre formas de melhorar sua capacidade e desempenho, sem elevar o custo dessa melhoria, mas como melhorar a performance de um material que já existe, visando a sustentabilidade? Pensando nisso, uma forma de aperfeiçoamento seria combina-ló com o estudo da nanotecnologia da celulose, devido este material conter matrizes poliméricas, possuindo o potencial de melhorar as propriedades mecânicas e não ser agressivo ao meio ambiente. Sendo assim, o projeto consiste em estudar o efeito dos nanocristais de celulose, com o objetivo de inseri-los na composição da argamassa, para se poder obter uma maior hidratação das partículas do cimento e uma elevação da sua resistência.
- Proceedings of the 1st Standardized Knowledge Representation and Ontologies for Robotics and Automation WorkshopPublication . Gonçalves, Paulo; Haidegger, Tamás; Prestes, Edson; Schlenoff, CraigWelcome to IEEE-ORA (Ontologies for Robotics and Automation) IROS workshop. This is the 1st edition of the workshop on! Standardized Knowledge Representation and Ontologies for Robotics and Automation. The IEEE-ORA 2014 workshop was held on the 18th September, 2014 in Chicago, Illinois, USA. In!the IEEE-ORA IROS workshop, 10 contributions were presented from 7 countries in North and South America, Asia and Europe. The presentations took place in the afternoon, from 1:30 PM to 5:00 PM. The first session was dedicated to “Standards for Knowledge Representation in Robotics”, where presentations were made from the IEEE working group standards for robotics and automation, and also from the ISO TC 184/SC2/WH7. The second session was dedicated to “Core and Application Ontologies”, where presentations were made for core robotics ontologies, and also for industrial and robot assisted surgery ontologies. Three posters were presented in emergent applications of ontologies in robotics. We would like to express our thanks to all participants. First of all to the authors, whose quality work is the essence of this workshop. Next, to all the members of the international program committee, who helped us with their expertise and valuable time. We would also like to deeply thank the IEEE-IROS 2014 organizers for hosting this workshop. Our deep gratitude goes to the IEEE Robotics and Automation Society, that sponsors! the IEEE-ORA group activities, and also to the scientific organizations that kindly agreed to sponsor all the workshop authors work.
- Proceedings of the 9th Conference on Autonomous Robot Systems and CompetitionsPublication . Gonçalves, Paulo; Torres, Paulo; Alves, Carlos Manuel OliveiraWelcome to ROBOTICA 2009. This is the 9th edition of the conference on Autonomous Robot Systems and Competitions, the third time with IEEE‐Robotics and Automation Society Technical Co‐Sponsorship. Previous editions were held since 2001 in Guimarães, Aveiro, Porto, Lisboa, Coimbra and Algarve. ROBOTICA 2009 is held on the 7th May, 2009, in Castelo Branco , Portugal. ROBOTICA has received 32 paper submissions, from 10 countries, in South America, Asia and Europe. To evaluate each submission, three reviews by paper were performed by the international program committee. 23 papers were published in the proceedings and presented at the conference. Of these, 14 papers were selected for oral presentation and 9 papers were selected for poster presentation. The global acceptance ratio was 72%. After the conference, eighth papers will be published in the Portuguese journal Robótica, and the best student paper will be published in IEEE Multidisciplinary Engineering Education Magazine. Three prizes will be awarded in the conference for: the best conference paper, the best student paper and the best presentation. The last two, sponsored by the IEEE Education Society ‐ Student Activities Committee. We would like to express our thanks to all participants. First of all to the authors, whose quality work is the essence of this conference. Next, to all the members of the international program committee and reviewers, who helped us with their expertise and valuable time. We would also like to deeply thank the invited speaker, Jean Paul Laumond, LAAS‐CNRS France, for their excellent contribution in the field of humanoid robots. Finally, a word of appreciation for the hard work of the secretariat and volunteers. Our deep gratitude goes to the Scientific Organisations that kindly agreed to sponsor the Conference, and made it come true. We look forward to seeing more results of R&D work on Robotics at ROBOTICA 2010, somewhere in Portugal.
