Repositório Científico do Instituto Politécnico de Castelo Branco
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Entradas recentes
Representações sociais dos habitantes locais sobre a Escola Superior de Gestão em Idanha-a-Nova
Publication . Sara Nunes; Garcia, Ana Rita
As instituições de ensino superior têm constituído agentes privilegiados para o desenvolvimento económico, social e cultural, esperando-se que contribuam activamente para o enriquecimento do meio onde se inserem. Espera-se portanto a existência de uma forte ligação entre estas instituições e o tecido social envolvente, o que necessariamente condiciona as representações sociais dos habitantes locais. Enquanto sistema de valores, as representações sociais constituem instrumentos de orientação, de percepção das situações e de elaboração de respostas; compreendem elementos informativos, cognitivos, ideológicos, formativos, crenças, valores, atitudes, opiniões, imagens. Com o objectivo de tentar conhecer a imagem/atitude que diferentes faixas etárias e grupos sociais possuem acerca da ESGIN, levou-se a efeito um estudo que consistiu em inquirir os idanhenses sobre estes aspectos. A análise dos resultados obtidos evidenciou uma imagem bastante favorável acerca desta instituição de Ensino Superior sendo, em geral, as habilitações literárias, o conhecimento da escola e a idade que mais parecem condicionar as representações construídas pelos habitantes locais relativamente à ESGIN
Produção de cereja e pêssego na região da Beira Interior
Publication . Veloso, Abel; Simões, M.P.; Costa, Filipe; Simões, Maria Paula
Em 2023, a área de produção de cereja em Portugal foi de 6 470 ha e na Beira Interior foi de 3 100 ha. A produção de cereja na Beira Interior atingiu um máximo de 12 000 t em 2022, mas caracterizou-se por uma grande irregularidade da produção nos últimos 5 anos, associada ao quadro de alterações climáticas, com ocorrência muito frequente de fenómenos extremos. Em 2022, o nosso País importou 8,5 milhões de euros em cereja tendo-se aproximado dos 11,6 milhões de euros em 2020. O défice da balança comercial foi de 6,6 milhões de euros. Se descontarmos as exportações, o nível de autoaprovisionamento foi de 85%. Em 2022, a China (incluindo Hong-Kong e Macau) foi de longe o maior importador mundial de cereja com uma quota de 64%, comprando maioritariamente ao Chile na época do Hemisfério Sul. O Chile dominou o mercado de exportação com uma preponderância de 42%, tendo ligações comerciais principalmente com a China e posteriormente com os EUA e o Canadá. O custo total de produção de cereja oscilou entre 15.858 €/ha e 19.421 €/ha, correspondendo a 3,79 €/kg, em 2024, e 1,79€/kg, em 2021, resultando num crescimento de 2,00€/kg em 3 anos (+111%). A mão-de-obra externa pesa 48% nos custos totais que, somando com a mão-de-obra permanente, totalizam 58% do total de custos. Em 2023, a área de produção de pêssego em Portugal foi de 3 790 ha e na Beira Interior foi de 1 811 ha. A produção de pêssego na Beira Interior atingiu um máximo de 25 000 t em 2018, mas caracterizou-se por um decréscimo de 2018 de produção, associada ao quadro de alterações climáticas, mas também à incidência e severidade de cancro bacteriano. Em 2022, Portugal importou 47 milhões de euros em pêssego tendo registado um défice comercial de 35 milhões de euros. Se descontarmos as exportações, temos um nível de autoaprovisionamento de apenas 52%. Em 2022, A UE representava 48% das importações de pêssego seguida pela Rússia com 18%. A Alemanha foi o maior importador da UE com 13% de quota mundial seguida pela França com 7%. A UE acumulou a maior quota de exportação com a da importação. Na primeira correspondia a 53% da importância mundial seguida pela Turquia com 12%. A Espanha tinha uma preponderância de 59% das
exportações da UE e 31% das mundiais. O custo total de produção de pêssego oscilou entre 8.170 €/ha e 12.544 €/ha, correspondendo a 0,31 €/kg, em 2024, enquanto foi de 0,20 €/kg, em 2021, correspondendo a um crescimento +55%. A mão-de-obra externa pesa 40% nos custos totais que, somando com a
mão-de-obra permanente, totalizam 54% do total de custos, observandose que esta rubrica teve um aumento de 9%, no período 2021 a 2024.
A poda em verde na formação da cerejeira
Publication . Simões, M.P.; Barateiro, Anabela; Ramos, Cristina; Vieira, Francisco; Silvino, Paulo; Teixeira, M.C.C.; Simões, Maria Paula
O objetivo da poda em verde, no primeiro ciclo vegetativo, é promover a ramificação junto ao tronco, encurtando o período de formação da planta. A cv. Nimba, no porta-enxerto Gisela 6 teve um crescimento total de 441 cm/árv., no porta-enxerto Maxma 14 teve um crescimento total de 790 cm/árv. no porta-enxerto Maxma 60 teve um crescimento total de 987 cm/árv. O comprimento médio dos ramos não podados foi de 37 cm a 57 cm no Gisela 6, de 122 cm a 151 cm no Maxma 14 e de 120 cm a 139 cm no Maxma 60. A poda dos ramos em 4 de julho induziu à sua ramificação, observandose que 51% dos ramos podados originaram 4 a 5 ramos de segunda ordem. A cv. Red Pacific, no porta-enxerto Gisela 6 teve um crescimento total de 537 cm/árv., no porta-enxerto Maxma 14 teve um crescimento total de 889 cm/árv. no porta-enxerto Maxma 60 teve um crescimento total de 1323 cm/árv. A cv. Red Pacific é mais vigorosa e menos acrótona que a Nimba. A poda dos ramos em 4 de julho induziu à sua ramificação, observando-se que 56% dos ramos podados originaram 4 a 5 ramos de segunda ordem. O comprimento médio dos ramos não podados foi de 74 cm a 114 cm no Gisela 6, de 72 cm a 114 cm no Maxma 14 e de 106 cm a 182 cm no Maxma 60. A cv. Frisco, no porta-enxerto Maxma 60 teve um crescimento total de 1309 cm/árv. A cv. Frisco é menos acrótona que a Nimba e a Red Pacific. Os ramos podados em 4 de julho induziram à ramificação, observando-se que 56% dos ramos podados originaram 4 a 5 ramos de segunda ordem.
Cobertura da cultura da cerejeira com estrutura em telhado
Publication . Barateiro, Anabela; Amado, Carlos; Ramos, Cristina; Lopes, Sandra; Teixeira, M.C.C.; Simões, M.P.; Simões, Maria Paula
O objetivo da Ação E1 é avaliar o efeito da cobertura da cultura da cerejeira, utilizando uma cobertura de plástico em forma de V invertido (telhado de duas águas), assente em postes de betão, utilizando as cultivares Early Bigi e Frisco. A produção é avaliada por árvore, com base em 8 árvores/modalidade. A
percentagem e causas de refugo é determinada com base nas cerejas colhidas nos ramos marcados. A avaliação da qualidade dos frutos foi sempre realizada em amostras do lote comercializável. Em 2024, utilizou-se uma amostra de 10 frutos/árvore, correspondendo a 80 frutos por modalidade. Em 2025,
utilizaram-se duas amostras do lote comercializável, correspondentes às duas classes de calibre dominantes, correspondendo a 80 frutos por modalidade. A determinação da acidez é realizada com base no sumo de cada 10 frutos. O período de floração da Early Bigi ocorreu de 8 a 30 de março, ocorrendo a Plena Floração a 24 de março. Embora na data de Plena Floração não tenha havido precipitação, ocorreram 66 mm durante 8 dias ao longo do período de floração. Como resultado a taxa de vingamento foi muito baixa, sendo 0,1 cerejas/esporão na modalidade 0.EB e de 0,8 cerejas/esporão na modalidade 1.EB. Há um efeito positivo e significativo da cobertura na taxa de vingamento. A produção da Early Bigi, em 2024, foi muito baixa, correspondendo a produção comercial a 0,17 t/ha na modalidade 0.EB e 2,12 t/ha na modalidade 1.EB. Há um efeito significativo da cobertura no aumento da produção. A qualidade das cerejas Early Bigi, na modalidade 0.EB, foi de 9,4 g/cereja, com um TSS de 18,6% e uma acidez de 6,3 g ac.málico/l e uma dureza de 48,2 UD. Na modalidade 1.EB, o peso médio foi de 9,3 g/cereja, com um TSS de 15,3% e uma acidez de 7,1 g ac.málico/l e uma dureza de 42,2 UD. Há um efeito significativo da cobertura na diminuição da dureza dos frutos. No ciclo de 2025, tendo ocorrido precipitação durante o período de floração, verificou-se um efeito significativo e positivo da cobertura na taxa de vingamento, correspondendo a 0,3 cerejas/esporão na modalidade 0.EB (sem cobertura) e a 3,6 cerejas/esporão na modalidade 1.EB (com
cobertura). A produção da Early Bigi, em 2025, foi baixa, correspondendo a produção comercial a 1,63 t/ha na modalidade 0.EB e 3,87 t/ha na modalidade 1.EB.
Há um efeito significativo da cobertura no aumento da produção. A produção mais elevada resultou numa proporção mais baixa de frutos de calibre elevado, !28-30 mm, passando de 75% na modalidade 0.EB para 32% na modalidade 1.EB, mas, conjugado com a produção corresponde a valores semelhante em termos de peso total de frutos de calibre !28-30 mm, respetivamente 1,21 t/ha na modalidade 0.EB e 1,24 t/ha na modalidade 1.EB. A qualidade das cerejas, na modalidade 0.EB, foi de 9,3 g/cereja, com um TSS de 19,0% e uma acidez de 8,4 g ac.málico/l e uma dureza de 46,3 UD. Na modalidade 1.EB, o peso médio foi de 8,4 g/cereja, com um TSS de 17,6% e uma acidez de 8,3 g ac.málico/l e uma dureza de 40,1 UD. Há um efeito significativo da cobertura na diminuição da dureza dos frutos, quer considerando todos os frutos, quer considerando por classe de calibre. O período de floração da Frisco ocorreu de 8 a 30 de março, ocorrendo a Plena Floração a 25 de março de 2024. Embora na data de Plena Floração não tenha havido precipitação, ocorreram 66 mm de precipitação durante 6 dias no período de floração. Como resultado a taxa de vingamento foi baixa, sendo 1,6 cerejas/esporão na modalidade 0.Fr e de 1,9 cerejas/esporão na modalidade 1.Fr. Há um efeito positivo e significativo da cobertura na taxa de vingamento. A cultivar Frisco apresenta frutos maiores na modalidade 1.Fr, contudo, perde firmeza relativamente à modalidade sem cobertura. O período de floração da Frisco ocorreu de 27 de março a 16 de abril de 2025, ocorrendo a Plena Floração a 10 e 14 de abril de 2025. No período de floração registaram-se 66 mm de precipitação durante 9 dias o que conduziu a uma taxa de vingamento baixa. No ciclo de 2025, a taxa de vingamento na cv. Frisco foi de 0,7 cerejas/esporão na modalidade 0.Fr (sem cobertura) e 2,9 cerejas/esporão na modalidade 1.Fr (com cobertura), o que indica um efeito positivo e significativo da cobertura na taxa de vingamento. A cobertura da cultura induziu a um aumento de 2,7 vezes de produção comercial, observando-se, simultaneamente, uma diminuição de 23% na quantidade de frutos de calibre >28 mm.
A cobertura induziu a perda de firmeza dos frutos, observando-se uma firmeza superior a 68 UD na modalidade 0.Fr (sem cobertura) e próxima de 51 UD na modalidade 1.Fr (com cobertura), sendo, neste ciclo, a dureza dos frutos pouco condicionada pela classe de calibre.
Efeito da cobertura da cultura da cerejeira com estrutura em túnel
Publication . Simões, M.P.; Gomes, Filipe; Bouça, Mónica; Silvino, Paulo; Vieira, Francisco; Simões, Maria Paula
O objetivo da Ação E2 é avaliar o efeito da cobertura da cultura da cerejeira, numa estrutura em túnel, tendo por base as cultivares Nimba, Red Pacific e Sabrina. A avaliação da produção e qualidade da produção foi realizada com base nos frutos dos ramos marcados, com 4 ramos/árvore, num total de 16 ramos por modalidade. A produção de cada ramo foi separada nos lotes comercial e de refugo. No lote comercial constituíram-se lotes de cerejas grandes (> de 10 g/cereja), cerejas médias (8 a 10 g/cereja) e pequenas (< 7 g/cereja). No lote de refugo foi determinado o número de cerejas e respetivo peso por causa de refugo). Foi calculada a respetiva percentagem e utilizada na produção total de cada árvore marcada. Na avaliação da qualidade dos frutos utilizou-se 80 cerejas/modalidade e colheita, avaliando a cor, calibre, peso/cereja, TSS e acidez (por titulação). O período de floração da Sabrina ocorreu de 4 a 23 de março, ocorrendo a Plena Floração a 15 de março. Embora na data de Plena Floração não tenha havido precipitação, ocorreram 8 dias e 66 mm de precipitação
durante o período de floração. Como resultado a taxa de vingamento foi baixa, sendo 0,8 cerejas/esporão na modalidade 0.Sa e de 1,7 cerejas/esporão na modalidade 1.Sa. Há um efeito positivo e significativo da cobertura na taxa de vingamento. Em 2024, produção comercial da Sabrina foi de 5,92 t/ha na modalidade 0.Sa e de 13,58 t/ha na modalidade 1.Sa. O período de floração da Sabrina ocorreu de 21 de março a 10 de abril, ocorrendo a Plena Floração a 3 de abril de 2025, aproximadamente 2 semanas mais tarde que em 2024. No período de floração ocorreram 8 dias e 81,2 mm de precipitação, que resultou numa taxa de vingamento baixa, sendo 1,1 cerejas/esporão na modalidade 0.Sa e de 1,6 cerejas/esporão na modalidade 1.Sa. Há um efeito positivo da cobertura no aumento da taxa de vingamento. Em 2025, produção comercial da Sabrina foi de 7,17 t/ha na modalidade 0.Sa e de 11,51 t/ha na modalidade 1.Sa. A cobertura permitiu obter maior proporção de frutos de calibre 28-30 mm. Em 2024, a Plena Floração da cultivar Nimba ocorreu a 20 de março de 2024 na modalidade 0.Ni (sem cobertura) e 15 de março na modalidade 1.Ni (com cobertura), observando-se uma antecipação na data de Plena Floração na modalidade com cobertura. A taxa de vingamento foi baixa, sendo 2,0 cerejas/esporão na modalidade 0.Ni 1,6 cerejas/esporão na modalidade 1.Ni. A menor taxa de vingamento pode estar relacionada com a precipitação, pois ocorreram 7,8 mm de precipitação no dia 15 de março, o que pode condicionar a atividade dos polinizadores. A data de Plena Floração da modalidade 0.Ni ocorreu mais tarde, com condições meteorológicas mais favoráveis, nomeadamente sem precipitação e temperaturas mais elevada. Assim, neste ciclo 2024, na Nimba, não se verificou um efeito positivo da cobertura na taxa de vingamento. Neste ciclo 2024, devia à ocorrência de precipitação junto à maturação, observou-se um efeito muito positivo da cobertura da cultura, na produção e qualidade da Nimba, resultando em maior homogeneidade de maturação dos frutos e numa diminuição do refugo por rachamento. A produção comercial da Nimba foi de 7,9 t/ha na modalidade 0.Ni e 44,6% de refugo 12,2 t/ha na modalidade 1.Ni e 0,7% de refugo. Em 2025, verificou-se um efeito significativo da cobertura na fenologia. A
data de Plena Floração foi a 10 de abril de 2025 na modalidade 0.Ni e 27 março de 2025 na modalidade 1.Ni, observando-se uma antecipação na data de PF de aproximadamente 2 semanas da 1.Ni relativamente a 0.Ni. A taxa de vingamento foi de 1,7 cerejas/esporão na modalidade 0.Ni 5,8 cerejas/esporão na modalidade 1.Ni, evidenciando um efeito muito positivo da cobertura na proteção da precipitação que foi de 100 mm no período de floração da modalidade 0.Ni e de 57 mm na modalidade 1.Ni. No ciclo 2025, observou-se um efeito muito positivo da cobertura da cultura, na produção da Nimba, correspondendo a uma produção comercial foi de 6,6 t/ha na modalidade 0.Ni e 26,1 t/ha na modalidade 1.Ni. Na modalidade 0.Ni observou-se muita homogeneidade de maturação dos frutos resultando em apenas uma colheita e, simultaneamente, maior proporção de frutos de calibre >30 mm, o que está relacionado com menor produção por planta. Considerando 2024 e 2025, evidencia-se maior produção comercial na modalidade com cobertura 0.Ni – 7,9 t/ha 1.Ni – 11,1 t/ha (em 2024) 0.Ni – 6,6 t/ha 1.Ni – 26,1 t/ha em 2025) Cerejas de menor tamanho na modalidade com cobertura Dureza mais baixa na modalidade com cobertura Menor TSS na modalidade com cobertura. Em 2024, verificou-se um efeito significativo da cobertura na fenologia. A data de Plena Floração foi a 17 de março de 2024 na modalidade 0.RP e 15 março de 2025 na modalidade 1.RP. A taxa de vingamento foi de 1,0 cerejas/esporão na modalidade 0.RP 1,3 cerejas/esporão na modalidade 1.RP, evidenciando um efeito positivo da cobertura no aumento da taxa de vingamento. Em 2025, verificou-se um efeito muito positivo da cobertura na fenologia. A data de Plena Floração foi a 6 de abril de 2025 na modalidade 0.RP e 27 março de 2025 na modalidade 1.RP. A taxa de vingamento foi de 2,2 cerejas/esporão na modalidade 0.RP 4,7 cerejas/esporão na modalidade 1.RP, o que esteve relacionado com a proteção da modalidade 1.RP da elevada precipitação durante o período de floração – 210 mm e 17 dias. No ciclo 2025, observou-se um efeito positivo da cobertura da cultura, na produção da Red Pacific, correspondendo a uma produção comercial foi de 11,6 t/ha na modalidade 0.RP e 14,5 t/ha na modalidade 1.RP. Na modalidade 0.RP observou-se grande homogeneidade de maturação dos frutos resultando em apenas uma colheita e, simultaneamente, maior proporção de frutos de calibre >30 mm. A quantidade de refugo na modalidade 0.RP, 3,3%, foi muito baixa. A principal causa de refugo foi os frutos duplos. Maior produção comercial na modalidade com cobertura 0.RP – 7,6 t/ha 1.RP – 11,2 t/ha (em 2024) 0.RP – 11,6 t/ha 1.RP – 14,5 t/ha (em 2025) Cerejas de maior tamanho na modalidade com cobertura Dureza mais baixa na modalidade com cobertura.
