Browsing by Author "Batista, Daniela Filipa Martins"
Now showing 1 - 3 of 3
Results Per Page
Sort Options
- Perfil, expectativas e perspetivas dos futuros idosos de Castelo Branco - Contributo para a elaboração de um plano gerontológicoPublication . Batista, Daniela Filipa Martins; Moreira, Maria João da Silva Guardado; Pinheira, Vítor Manuel BarreirosO envelhecimento é um fenómeno globalizado e em Portugal, o envelhecimento da população apresenta algumas assimetrias regionais, traduzindo-se no despovoamento do interior. As mudanças ocorridas na sociedade nas últimas décadas encontram-se relacionadas com o avanço do processo do envelhecimento e com influenciam no perfil dos futuros idosos que vão ser diferentes dos atuais, e onde a escolaridade se apresenta como um fator fulcral. Também a urbanização do envelhecimento, acarreta fragilidades, como a exclusão e segregação social. Este trabalho pretende, fazer o levantamento das perspetivas e expectativas, assim como do perfil dos futuros idosos albicastrenses, de modo a poder definir eixos de intervenção que vão ao encontro das necessidades dos futuros idosos desta cidade. Para isso foram aplicados 73 inquéritos por questionário, 34 homens e 39 mulheres, entre os 50 e os 64 anos, com uma média de idade de 57,2 anos. De acordo com análise dos inquéritos aplicados, chegou-se à conclusão que a maioria dos indivíduos têm uma escolaridade de nível superior, tendo uma perceção dos rendimentos suficientes para o dia-a-dia e uma auto perceção do seu estado de saúde normal. Quanto ao futuro, preveem vir a necessitar de apoios por problemas de saúde, querendo continuar a viver nas suas casas, e encontrar no seu concelho instituições que lhe permitam continuar em casa com qualidade de vida.
- Que futuro querem os idosos: um estudo exploratório numa região do interior portuguêsPublication . Batista, Daniela Filipa Martins; Moreira, M.J.G.; Pinheira, VítorEste trabalho foi realizado no âmbito do Projecto PerSoParAge (POCI-01-0145-FEDER-023678) e do Mestrado em Gerontologia Social do IPCB. É um estudo exploratório e descritivo, do tipo quantitativo e teve como objetivo fazer o levantamento das perspetivas e expetativas, assim como do perfil dos futuros idosos albicastrenses. Foram aplicados 73 questionários, por administração indireta, a 34 homens e 39 mulheres, entre os 50 e os 64 anos, com uma média de idade de 57,2 anos a residir em Castelo Branco. De acordo com análise dos inquéritos aplicados, a escolaridade de nível superior é a mais frequente (41,1%), são maioritariamente casados (78,1%), com uma média de filhos de 1,65. Têm uma perceção dos rendimentos como suficientes para o dia-a-dia e uma autoperceção do seu estado de saúde como normal. Quanto ao futuro, preveem vir a necessitar de apoios por problemas de saúde, querendo encontrar no seu concelho serviços e instituições que lhes permitam continuar a viver nas suas casas com qualidade de vida. A partir da análise dos resultados, é possível traçar um perfil de caraterização para os homens e para as mulheres da amostra, assim como um perfil “divergente” que agrega um grupo menos numeroso
- “Quero viver na minha casa” um desafio para as comunidades do interior no contexto do ageing in placePublication . Pinheira, Vítor; Moreira, Maria João Guardado; Rodrigues, Ana Sofia Andrade; Batista, Daniela Filipa Martins; Alves, João; Patrício, Maria Raquel; Pissarra, PaulaO objetivo do presente estudo é identificar as preferências de residência futura das pessoas idosas. O local de residência é um importante fator na manutenção das vivências na comunidade. Em Portugal as alternativas à institucionalização são escassas e pouco conhecidas e o conceito de Ageing in Place está pouco explorado. Quando, por razões de saúde ou sociais, permanecer na habitação depende de respostas individualizadas adequadas, desenvolver novas políticas e serviços alternativos à institucionalização é hoje uma tarefa urgente, que responda às preferências de residência. Apresenta-se um estudo descritivo e exploratório com dados do projeto Persoparage, com 484 sujeitos dos 55 aos 99 anos a viver na comunidade. É feita uma análise de variáveis sociodemográficas e de perguntas relacionadas com as preferências de residência no futuro. As opções de resposta foram organizadas em 3 categorias (na própria residência/noutra residência/em instituição) e as respostas permitiam a escolha ordenada de 3 opções. As primeiras opções de residência foram na própria casa para 95,8% da amostra. Independentemente da idade, sexo, estado civil ou outras variáveis sociodemográficas esta opção foi escolhida pelos sujeitos em valores entre um mínimo de 92,4% (para os sujeitos viúvos) e de 100% (solteiros). As preferências enunciadas pelos sujeitos do estudo apontam indiscutivelmente para o desejo de se manterem na sua casa e na sua comunidade, revelando um claro alinhamento com o conceito de Ageing in Place.