Percorrer por autor "Costa, Maria Inês Mendes"
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- Práticas de gestão de recursos humanos e intenção de turnover : a diferenciação entre geraçõesPublication . Costa, Maria Inês Mendes; Pinto, Ana Maria Gonçalves Lourenço Roque Santos; Nunes, Sara Monteiro Morgado DiasO papel do fator humano tem-se tornado cada vez mais crucial para as empresas que procuram manter uma vantagem competitiva sobre os seus concorrentes. Os recursos humanos (RH) são atualmente o principal fator de diferenciação entre as organizações e são compostos por quatro gerações distintas de trabalhadores: Baby Boomers, Geração X, Geração Y, e Geração Z. Assim, o objetivo desta investigação é compreender quais as práticas de Gestão de Recursos Humanos (GRH) que têm maior importância para cada geração e determinar se os colaboradores percepcionam a importância destas práticas de acordo com o que acontece nas suas organizações. A amostra da investigação foi constituída por 222 participantes entre os 18 e 66 anos; a trabalhar em regime integral; com conhecimento de português. Foi adotada uma abordagem quantitativa, através da utilização de um um questionário, consistindo de uma introdução ao estudo, de escalas de GRH e caracterização sociodemográfica foi distribuído nas redes sociais e distribuído através de emails para diversas empresas. Os resultados revelam que os inquiridos atribuem um valor significativo às práticas de GRH, no entanto, também expressam um sentimento predominante de que estas práticas são ocasionalmente negligenciadas nos respectivos locais de trabalho. Para o Recrutamento e Segurança de Emprego, foi a geração Y que lhe deu maior importância, tal como a formação e progressão de carreira. Por outro lado, embora os Boomers tenham dado menor importância à avaliação de desempenho consideram-na muito importante, o que vai de encontro à revisão da literatura destes indivíduos. Para as recompensas, a importância tem vindo a crescer com as gerações mais novas embora todas as gerações valorizam as recompensas como forma de reconhecer o seu trabalho árduo. Por fim, para as práticas de trabalho flexíveis, foram os Boomers que deram uma menor pontuação, o que vai de encontro à revisão da literatura uma vez que este grupo geracional tende a permanecer no trabalho mais tempo relativamente às gerações mais novas.
