Percorrer por data de Publicação, começado por "2026-03-04"
A mostrar 1 - 2 de 2
Resultados por página
Opções de ordenação
- Testes e controlo de versões em tecnologias low code : OutSystemsPublication . Códia, Eduardo Daniel Kinanga; Silva, Pedro Nuno Moreira daCom o passar dos anos e com a constante evolução da tecnologia, as empresas passaram a adotar métodos de desenvolvimentos mais ágeis tendo em conta a demanda nas mais variadas áreas de IT sendo das que mais evolui não ficou para trás. Com base nisso houve a necessidade de fazer entregas de soluções tecnológicas de forma mais dinâmica e ágil e daí surgiram as linguagens de programação Low-Code e No-Code com propostas de entregas mais rápidas do que as linguagens convencionais. As plataformas de desenvolvimento Low-Code e No-Code ganharam espaço no mercado tecnológico e empresarial fazendo parte hoje de boa parte das empresas do ramo e não só. O surgimento das plataformas de desenvolvimento Low-Code veio para revolucionar o mercado de desenvolvimento de softwares, elas oferecem ganhos de produtividades, benefícios na velocidade de entrega e no desenvolvimento deprofissionais, além disso, as plataformas trazem recursos bastante relevantes. Apesar do crescimento do uso de plataformas Low-Code, ainda há pouca investigação acadêmica sobre como estas ferramentas tratam práticas de engenharia de software essenciais como testes e controle de versão. No âmbito desta dissertação, procedeu-se a investigação de algumas plataformas e linguagens Low-Code com intuito de perceber como lidam com testes de software e controle de versão de código e projetos.
- Menarche, somatic maturity, and physical fitness in Portuguese girls: An intergenerational analysis based on the Mirwald equationPublication . Silva, Ana Filipa; Honório, Samuel; Espada, Mário; González-Fernández, FranciscoPurpose: This study aimed to assess age at menarche in Portuguese girls and compare it with their mothers, examine its association with somatic maturity estimated by the Mirwald equation, and characterise physical fitness in pre- and post-pubertal girls. Material and methods: 71 Portuguese girls (10–13 years, post-menarche) completed a questionnaire on menarcheal age (self and mothers), anthropometric assessments (height, sitting height, body mass, waist circumference), and physical fitness tests (handgrip, isometric mid-thigh pull, 3-min Kasch Pulse Recovery Test). Somatic maturity was estimated with the Mirwald equation. Analyses included paired and independent t-tests, effect sizes, correlations, and agreement (Bland–Altman, Lin’s CCC). Results: Pre-PHV girls had negative maturity offset values (–0.58 ± 0.62 years), while post-PHV girls were beyond PHV (1.28 ± 0.91 years). Mean age at menarche was 10.87 ± 0.93 years, significantly earlier than their mothers (12.00 ± 1.44 years; mean difference = –1.09, p < 0.001). Post-PHV girls showed higher absolute strength (handgrip right: 18.86 ± 3.68 vs. 12.74 ± 3.10 kg, d = 1.72; IMTP: 63.46 ± 12.54 vs. 45.58 ± 11.93 kg, d = 1.44), while relative strength differences were smaller (handgrip: 0.35 ± 0.08 vs. 0.30 ± 0.09 kg/kg, d = 0.67). Endurance did not differ. The Mirwald equation underestimated years since menarche by 0.94 ± 1.10, with weak agreement (Lin’s CCC = 0.37). Conclusions: Biological maturation strongly influenced absolute strength, largely explained by body size. Relative strength and maturity offset-based estimates of years since menarche showed weaker validity, highlighting the need for refined prediction models.
