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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O pessegueiro, na região da Beira Interior, representa 25% da área total da cultura em
Portugal, estando 64% dos pomares localizados em cambissolos dístricos e 30% em
fluvissolos dístricos, com uma dimensão média de 7,6 ha por agricultor.
Através de um ensaio em vasos e de um ensaio de campo estudou-se a influência da
fertilização azotada no pessegueiro, designadamente, no estado de nutrição, vigor,
produção, qualidade dos frutos, susceptibilidade a Phomopsis amygdali e presença de Anarsia
lineatella, escolitídeos e afídeos.
A fertilização azotada influenciou o estado de nutrição e o desenvolvimento
vegetativo, mas, no ensaio de campo, não se observou influência significativa na produção
total (19 a 30 t.ha-1), comercializável (16 a 28 t.ha-1) e no calibre dos frutos.
Através da Análise de Correspondências Múltiplas demonstrou-se que a
susceptibilidade ao cancro foi influenciada pela precipitação e pelo teor foliar de azoto
observando-se maior susceptibilidade das plantas sujeitas a maior fertilização azotada em
condições de precipitação elevada, mas o efeito do azoto não foi tão elevado em condições
de baixa precipitação.
Em pomares comerciais da cv. Rich Lady verificou-se uma associação elevada entre
a susceptibilidade ao cancro, a idade das plantas e o teor foliar de azoto, observando-se
níveis altos de incidência de cancro associados a pomares mais velhos e teor de azoto
foliar elevado, não sendo tão marcado o efeito do azoto quando as plantas são jovens.
Descrição
Tese de Doutoramento apresentada no Instituto Superior de Agronomia da Universidade Técnica de Lisboa.
Palavras-chave
Prunus persica Azoto Phomopsis amygdali Estado de nutrição Região da Beira Interior Produção integrada
Contexto Educativo
Citação
SIMÕES, Maria Paula Albuquerque Figueiredo (2009) - A fertilização azotada em pessegueiros : influência no estado de nutrição, produção e susceptibilidade a Phomopsis amygdali. Lisboa : UTL. ISA. 296 p. Tese de Doutoramento.
