| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 295.31 KB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A substância e o rendimento constituem dois factores estreitamente ligados que não podem ser considerados nem apreciados isoladamente (U.E.C., 1961, p.12). Os métodos tradicionais de avaliação - com base no património ou no rendimento - revelam-se de per si insuficientes para avaliar uma empresa. Por um lado, esses métodos não consideram, ao menos de modo directo e explícito, o capital humano. Neste artigo, sugerimos formas possíveis de proceder a tal valorização. Outra limitação dos métodos tradicionais de avaliação reside na dificuldade de tratamento dos efeitos das sucessivas e generalizadas variações dos preços. A indexação dos custos históricos por aplicação de índices representativos da evolução do poder de compra e a conversão em valores actuais são aqui postas em confronto. Anota-se ainda que os métodos tradicionais não reflectem que o valor da empresa depende do tipo de mercado, não atendem à repartição do poder na empresa, nem às motivações e ao número de interessados na transacção. Do exposto, conclui-se pela necessidade de prosseguir na busca de referenciais adequados para a teoria e a prática da avaliação de empresas.
Descrição
Palavras-chave
Avaliação de empresas
Contexto Educativo
Citação
FERREIRA, Leonor Fernandes (2002) - Crítica aos métodos tradicionais de avaliação de empresas : ponto de partida para novas reflexões. GESTIN. ISSN 1645-2534. Ano 1, nº 1, p. 11-16.
Editora
Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova
