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Conservação do crisântemo pós-colheita

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Resumo(s)

Sendo o crisântemo (Chrysanthemum hortorum L.) considerado como a espécie de maior importância na altura dos finados, na região de Castelo Branco, a te¬cnologia de produção ligada a esta espécie já vem sendo aperfeiçoada há largos anos na Escola Superior Agrária de Castelo Branco. A cultivar Snowdon foi a que melhores resultados deu nesta região e, foi com esta cultivar que se procederam aos ensaios. O custo das flores é elevado, fundamentalmente porque a oferta é pequena e re¬gista-se ausência de técnicas eficientes de conservação a longo prazo para redução das quebras por deterioração ocorridas após a colheita. Para estudar alguns destes métodos utilizaram-se quatro medidas de conservação, através de utilização de soluções de preservação e de factores como a tempera¬tura e a humidade. As modalidades utilizadas foram: I - solução a 2% de sacarose; II - solução de 1,2 g/L de Nitrato de Prata, com imersão do caule a 5 s.; III - água destilada; IV - Câmara de frio a 20ºC com Humidade relativa de 90%. Em cada modalidade foram observadas 10 flores no mesmo estado de desenvolvimento e, os registos foram diários até 60 dias após o corte. Dados referentes a estas observações serão referidos no trabalho.

Descrição

Palavras-chave

Crisântemo Conservação pós-colheita Chrysanthemum hortorum

Contexto Educativo

Citação

DELGADO, F.M.G. ; CRESPO, G. (1992) - Conservação do crisântemo pós-colheita. In Jornadas Técnicas de Floricultura, 2, Santarém.

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