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A educação aberta à não formalidade (aprendizagens auto-reguladas)

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A educação não formal foi até agora pouco valorizada academicamente e ao nível escolar. Este estudo pretende oferecer um marco reflexivo, no âmbito pedagógico, sobre a educação não formal, sobre as aprendizagens não reguladas sobre a educação plural e aberta à não formalidade do currículo. É um facto que a escola deixou de ser espaço hegemónico da educação/formação, pois, as aprendizagens dos sujeitos são cada vez mais adquiridas em espaços partilhados e em modalidades diversificadas. Por isso, a educação não formal que esteve tão “marginalizada” da inclusão escolar, reúne praticas atractivas e motivadoras para os alunos, que devem ser articuladas ao nível do projecto educativo e/ou curricular ao nível do currículo formativo. O autor analisa o cenário da educação, da formação e da aprendizagem não regulada na sociedade do conhecimento ou da informação, em que o ensino transcende os limites tradicionais da escola, invadindo outros espaços e contextos educativos variados, as comunidades de aprendizagem, a cidade educativa na promoção de modalidades educativas interessantes à formação e à aquisição de competências, valores e atitudes nos educandos.

Descrição

Palavras-chave

Educação formal Educação não formal Educação informal Aprendizagem não regulada Aprender a aprender Pedagogia sistémica

Contexto Educativo

Citação

MARTINS, Ernesto (2006) - A educação aberta à não formalidade (aprendizagens auto-reguladas). Educare/Educere : Revista da Escola Superior de Educação. ISSN 0873-0504. Ano XI, n.º 19, p. 69-95.

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IPCB. Escola Superior de Educação de Castelo Branco

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