ESALD - Dissertações de Mestrado
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Percorrer ESALD - Dissertações de Mestrado por assunto "Acute care hospital"
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- Diagnóstico clínico, avaliação e cuidados ao doente nos últimos dias ou horas de vida, em contexto de hospital de agudosPublication . Batista, Sandra Cristina Mendes; Sapeta, Ana Paula Gonçalves AntunesO presente relatório surge, no âmbito do 2º Mestrado em Cuidados Paliativos da Escola Superior de Saúde Dr. Lopes Dias (ESALD), do Instituto Politécnico de Castelo Branco, como parte integrante dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Cuidados Paliativos. Resulta de um processo reflexivo, relativamente à prática clínica junto de uma equipa diferenciada em cuidados paliativos, sendo norteado pela aquisição de competências. A formação, o trabalho de equipa, a otimização da comunicação e a integração nos hospitais de protocolos de cuidados integrados e de equipas de cuidados paliativos devem constituir estratégias a implementar no sentido de colmatar dificuldades. Apenas com um diagnóstico definido de últimos dias ou horas de vida (UDHV) é possível reajustar o plano de cuidados e definir como objetivos principais o controlo de sintomas, as medidas de conforto, a suspensão de intervenções inadequadas e o apoio à família. Ao longo do documento procura-se dar resposta aos objetivos: refletir criticamente sobre a tipologia e o modelo de organização da Equipa de Cuidados Paliativos onde decorreu a prática clínica (ECPC); demonstrar competências na implementação de um plano assistencial de qualidade à pessoa com doença crónica, avançada e progressiva, à sua família e ao seu grupo social de pertença, maximizando a qualidade de vida e diminuindo o sofrimento; rever criticamente e de modo integrado as competências adquiridas, ao nível dos pilares dos cuidados paliativos (comunicação, controle de sintomas, apoio à família e no trabalho em equipa); demonstrar a metodologia de aquisição de competências instrumentais, interpessoais e sistémicas; descrever o processo de implementação e desenvolvimento do projeto de intervenção na UCB. De forma descritiva, reflexiva e crítica, encontra-se suportado por evidência científica, descreve e explica as atividades desenvolvidas e os objetivos pretendidos. Genericamente, encontra-se organizado em dois momentos: a prática clínica desenvolvida, organizada segundo os pilares dos cuidados paliativos e o projeto de intervenção implementado, com enfoque no diagnóstico clínico de últimos dias ou horas de vida e na avaliação e planeamento dos cuidados ao doente. Todo o percurso desenvolvido é pautado pela responsabilidade e vontade em disseminar a filosofia e as boas práticas na área, procurando constituir um fator motivacional para outros profissionais.
- Doente em fim de vida: como identificar necessidades paliativas num hospital de agudosPublication . Nogueira, Marisol da Silva; Sapeta, Ana Paula Gonçalves AntunesA abordagem dos doentes na fase final de vida é frequentemente encarada nos serviços de saúde, como uma prática difícil de lidar pelos profissionais. No contexto hospitalar, dada toda a tecnologia e meios ali existentes, os profissionais têm na maior parte das situações, como objetivo máximo, lutar contra a morte, prolongando a vida, privilegiando uma atuação centrada na cura, deixando muitas vezes para segundo plano as necessidades sentidas pelos doentes em fim de vida e seus familiares (Clark, et al., 2014). É sobretudo em relação aos doentes não oncológicos que existe maior dificuldade em determinar o prognóstico e em que a referenciação para Cuidados Paliativos é muitas vezes problemática. O presente relatório é realizado no âmbito do 7º Mestrado de Cuidados Paliativos da Escola Superior de Saúde Dr. Lopes Dias do Instituto Politécnico de Castelo Branco, como parte integrante dos requisitos necessários à obtenção do grau de mestre em Cuidados Paliativos. Associado aos conhecimentos adquiridos ao longo da aprendizagem teórica, pretende-se assim descrever de forma reflexiva e crítica todo o percurso desenvolvido no contexto da Prática Clínica e assistencial junto de uma Equipa diferenciada que levou à aquisição de competências inerentes e indispensáveis à prática de Cuidados Paliativos. Este documento pretende, além de refletir criticamente acerca da “Tipologia”, “Nível de diferenciação de cuidados” e “Modelo de Organização” do Serviço de Cuidados Paliativos, onde decorreu a Prática Clínica, descrever também o processo de implementação e desenvolvimento do Projeto de Intervenção e o de Formação. O Projeto de Intervenção tem como objetivo realizar um Plano de Intervenção que melhor contribua ao ajudar dos profissionais no reconhecimento atempado de doentes em fim de vida com necessidades paliativas, e assim possa contribuir, de forma atempada, ao encaminhamento destes para níveis mais diferenciados de Cuidados Paliativos, com vista a garantir-lhes uma boa prática assistencial. É um Projeto de melhoria da qualidade, que visa implementar a realização de reuniões introdutórias entre a Equipa de Cuidados Paliativos e o médico assistente para discutirem os objetivos terapêuticos futuros, de forma programada e estruturada, conforme preconizam os “Indicadores de Qualidade para os Serviços de Cuidados Paliativos”. O Projeto de Formação sob o tema “Cuidados Paliativos no doente vulnerável e em fim de vida” pretende ajudar os profissionais de saúde num Hospital de Agudos a identificar precocemente doentes com necessidades paliativas e dar a conhecer uma “Ferramenta de Identificação de um Doente com Necessidade de Cuidados Paliativos”, permitindo a referenciação de doentes com necessidades de cuidados do foro paliativo.
- Equipa de emergência médica intra-hospitalar: processo de decisão de não reanimarPublication . Ramos, Vânia Alexandra Rodrigues; Sapeta, Ana Paula Gonçalves AntunesOs avanços na área da saúde alcançados nas últimas décadas conduziram ao aumento da longevidade e das doenças crónicas e progressivas (Bloomer, Endacott, O´Connor, e Cross, 2013). A par disto, as alterações socioeconómicas introduziram importantes modificações estruturais, quer ao nível da rede familiar, quer na organização do sistema de saúde (Payne, Hudson, Grande, Oliviere, Tishelman, Pleschberger, Kerr, (2010). Neste contexto, a necessidade crescente de apoio e de cuidados de saúde precipitou o número de internamentos hospitalares. Num ambiente onde predomina o carácter premente da cura, torna-se um desafio para os profissionais de saúde responder às exigências múltiplas no acompanhamento global da pessoa em situação crónica e paliativa. Por esta razão, a Organização Mundial de Saúde (OMS) considera os Cuidados Paliativos (CP) uma prioridade da política de saúde, recomendando a sua abordagem programada e planificada, numa perspetiva de apoio integral (Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP), 2016). O presente relatório é concebido no âmbito do 3º Mestrado em Cuidados Paliativos da Escola Superior de Saúde Dr. Lopes Dias (ESALD), do Instituto Politécnico de Castelo Branco, como parte integrante dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre. Este pretende refletir o universo de conhecimentos adquiridos ao longo da aprendizagem teórica, integrados e mobilizados na prática clínica e assistencial junto de uma equipa diferenciada em CP, com o intuito de edificar e consolidar competências instrumentais, interpessoais e sistémicas aplicando os valores e princípios dos Cuidados Paliativos. Pretende-se ainda com este documento refletir criticamente sobre a tipologia e o modelo de organização do serviço de CP onde decorreu a prática clínica (UCCP), bem como descrever o processo de implementação e desenvolvimento do projeto de intervenção. Este último foi desenvolvido com base na necessidade premente de definir normas de orientação sobre a decisão de não reanimar (DNR), no hospital onde exerço funções, para que os profissionais de saúde tenham clara noção do referencial de atuação ética e legal em doentes com doença crónica, avançada e progressiva, implementando boas práticas no que se refere à suspensão ou abstenção de tratamentos desproporcionados. A metodologia estabelecida foi descritiva, reflexiva e crítica, suportada por evidência científica. Estruturalmente encontra-se organizado em três momentos: Contextualização do serviço onde foi realizado a prática clínica; Explanação e reflexão crítica das atividades desenvolvidas para a consecução dos objetivos estabelecidos, estando estas organizadas segundo o perfil de competências comuns e clínicas especializadas do enfermeiro que presta cuidados à pessoa em situação crónica e paliativa e por último o Projeto de intervenção.
