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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Se a ficção tradicional privilegia personagens que buscam afirmar-se no mundo, contra tudo e todos, os heróis de Le Clézio renunciam de imediato a qualquer tipo de classificação, conscientes da incompatibilidade entre participação coletiva e desabrochar individual. Embora realidade social e produção artística sejam interdependentes, o único esquema diegético possível, na sua narrativa, é o da fuga, fautora de uma descoberta de ordem diversa, porque percurso é ascese. Correlativa da fuga, a errância, a deriva geográfica da personagem permite o acesso a uma nova ordem. Lugar privilegiado da procura, o mar é um espaço onde não é possível gravar a história; simultaneamente real e inapreensível, mar rima com luz e brisa, com sonho e desconhecido…
Descrição
Palavras-chave
Adolescência Clézio Descoberta Errância
Contexto Educativo
Citação
SANTOS, Eduarda (2012) – “Mondo” e “Aquele que nunca tinha visto o mar”, de J. M. G. Le Clézio. In Simpósio EUMOF, 16-17 de novembro – Textos, imagens e contos sobre mobilidade : investigação e praticas em educação intercultural : atas. Castelo Branco: ESE. p. 49-53.
Editora
Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco
