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Efeitos da atividade física não formal na capacidade funcional e no índice de massa corporal, da população idosa

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Resumo(s)

Esta investigação tem como objetivo determinar qual a capacidade funcional e a composição corporal (IMC) de idosos sedentários e com prática de atividade física formal e não formal. Amostra composta por 90 idosos voluntários de ambos sexos, aparentemente saudáveis, com idades compreendidas entre 65 e 93 anos, com uma idade média de 75 ± 8 anos. O estudo baseou-se na aplicação da bateria de Rikli & Jones (1999) para avaliar a capacidade funcional dos idosos e o IMC foi avaliado através das medidas antropométricas. Os dados obtidos foram tratados através da análise de variância (SCHEFFÉ). Nos indivíduos que praticam atividade física formal, os resultados obtidos foram significativamente (p ≤ 0,05) melhores em todas as provas, em comparação com os indivíduos sedentários. Nos Indivíduos que praticam atividade física não formal, os resultados obtidos foram significativamente (p≤ 0,05) melhores em quatro provas da bateria. Os resultados indicam que a prática de sessões de exercício supervisionado e com objetivos quanto à intensidade e tipo de exercício, contribui para a melhoria da capacidade funcional e do IMC, da população idosa.

Descrição

Palavras-chave

Envelhecimento Sedentarismo Atividade física Capacidade funcional Índice de Massa Corporal (IMC)

Contexto Educativo

Citação

PAULO, Rui ; BRITO, João (2012) - Efeitos da atividade física não formal na capacidade funcional e no índice de massa corporal, da população idosa. ÁGORA para la educación física y el deporte. ISSN 1989-7200. Nº14 (3), p. 348-358.

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Universidad de Valladolid

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