Percorrer por autor "Lopes, Sandra"
A mostrar 1 - 10 de 14
Resultados por página
Opções de ordenação
- Cobertura da cultura da cerejeira com estrutura em telhadoPublication . Barateiro, Anabela; Amado, Carlos; Ramos, Cristina; Lopes, Sandra; Teixeira, M.C.C.; Simões, M.P.; Simões, Maria PaulaO objetivo da Ação E1 é avaliar o efeito da cobertura da cultura da cerejeira, utilizando uma cobertura de plástico em forma de V invertido (telhado de duas águas), assente em postes de betão, utilizando as cultivares Early Bigi e Frisco. A produção é avaliada por árvore, com base em 8 árvores/modalidade. A percentagem e causas de refugo é determinada com base nas cerejas colhidas nos ramos marcados. A avaliação da qualidade dos frutos foi sempre realizada em amostras do lote comercializável. Em 2024, utilizou-se uma amostra de 10 frutos/árvore, correspondendo a 80 frutos por modalidade. Em 2025, utilizaram-se duas amostras do lote comercializável, correspondentes às duas classes de calibre dominantes, correspondendo a 80 frutos por modalidade. A determinação da acidez é realizada com base no sumo de cada 10 frutos. O período de floração da Early Bigi ocorreu de 8 a 30 de março, ocorrendo a Plena Floração a 24 de março. Embora na data de Plena Floração não tenha havido precipitação, ocorreram 66 mm durante 8 dias ao longo do período de floração. Como resultado a taxa de vingamento foi muito baixa, sendo 0,1 cerejas/esporão na modalidade 0.EB e de 0,8 cerejas/esporão na modalidade 1.EB. Há um efeito positivo e significativo da cobertura na taxa de vingamento. A produção da Early Bigi, em 2024, foi muito baixa, correspondendo a produção comercial a 0,17 t/ha na modalidade 0.EB e 2,12 t/ha na modalidade 1.EB. Há um efeito significativo da cobertura no aumento da produção. A qualidade das cerejas Early Bigi, na modalidade 0.EB, foi de 9,4 g/cereja, com um TSS de 18,6% e uma acidez de 6,3 g ac.málico/l e uma dureza de 48,2 UD. Na modalidade 1.EB, o peso médio foi de 9,3 g/cereja, com um TSS de 15,3% e uma acidez de 7,1 g ac.málico/l e uma dureza de 42,2 UD. Há um efeito significativo da cobertura na diminuição da dureza dos frutos. No ciclo de 2025, tendo ocorrido precipitação durante o período de floração, verificou-se um efeito significativo e positivo da cobertura na taxa de vingamento, correspondendo a 0,3 cerejas/esporão na modalidade 0.EB (sem cobertura) e a 3,6 cerejas/esporão na modalidade 1.EB (com cobertura). A produção da Early Bigi, em 2025, foi baixa, correspondendo a produção comercial a 1,63 t/ha na modalidade 0.EB e 3,87 t/ha na modalidade 1.EB. Há um efeito significativo da cobertura no aumento da produção. A produção mais elevada resultou numa proporção mais baixa de frutos de calibre elevado, !28-30 mm, passando de 75% na modalidade 0.EB para 32% na modalidade 1.EB, mas, conjugado com a produção corresponde a valores semelhante em termos de peso total de frutos de calibre !28-30 mm, respetivamente 1,21 t/ha na modalidade 0.EB e 1,24 t/ha na modalidade 1.EB. A qualidade das cerejas, na modalidade 0.EB, foi de 9,3 g/cereja, com um TSS de 19,0% e uma acidez de 8,4 g ac.málico/l e uma dureza de 46,3 UD. Na modalidade 1.EB, o peso médio foi de 8,4 g/cereja, com um TSS de 17,6% e uma acidez de 8,3 g ac.málico/l e uma dureza de 40,1 UD. Há um efeito significativo da cobertura na diminuição da dureza dos frutos, quer considerando todos os frutos, quer considerando por classe de calibre. O período de floração da Frisco ocorreu de 8 a 30 de março, ocorrendo a Plena Floração a 25 de março de 2024. Embora na data de Plena Floração não tenha havido precipitação, ocorreram 66 mm de precipitação durante 6 dias no período de floração. Como resultado a taxa de vingamento foi baixa, sendo 1,6 cerejas/esporão na modalidade 0.Fr e de 1,9 cerejas/esporão na modalidade 1.Fr. Há um efeito positivo e significativo da cobertura na taxa de vingamento. A cultivar Frisco apresenta frutos maiores na modalidade 1.Fr, contudo, perde firmeza relativamente à modalidade sem cobertura. O período de floração da Frisco ocorreu de 27 de março a 16 de abril de 2025, ocorrendo a Plena Floração a 10 e 14 de abril de 2025. No período de floração registaram-se 66 mm de precipitação durante 9 dias o que conduziu a uma taxa de vingamento baixa. No ciclo de 2025, a taxa de vingamento na cv. Frisco foi de 0,7 cerejas/esporão na modalidade 0.Fr (sem cobertura) e 2,9 cerejas/esporão na modalidade 1.Fr (com cobertura), o que indica um efeito positivo e significativo da cobertura na taxa de vingamento. A cobertura da cultura induziu a um aumento de 2,7 vezes de produção comercial, observando-se, simultaneamente, uma diminuição de 23% na quantidade de frutos de calibre >28 mm. A cobertura induziu a perda de firmeza dos frutos, observando-se uma firmeza superior a 68 UD na modalidade 0.Fr (sem cobertura) e próxima de 51 UD na modalidade 1.Fr (com cobertura), sendo, neste ciclo, a dureza dos frutos pouco condicionada pela classe de calibre.
- Condições climáticas durante o período de floração do pessegueiro (cv. Royal Time): principais contributos da monitorização nos ciclos 2015-2019Publication . Ferreira, Dora; Amaral, André; Silva, Ana P.; Ramos, Cristina; Barateiro, Anabela; Fragoso, Preciosa; Lopes, Sandra; Simões, M.P.Monitoring plant phenology has become a widespread methodology to monitor plant behaviour due to the increase, frequency and intensity of extreme climatic events. These extreme climatic events emphasise both plant susceptibility and farmers’ vulnerability, as the latter constantly face the need to change or adjust cultural operations on commercial orchards, since these events have important economic repercussions. This study aims to present the main results of the meteorological conditions that influenced peach tree blossom period (cv. Royal Time) during the last five years. Temperature and precipitation data were collected in an orchard in 2015, 2016, 2018 and 2019. This showed the phenological behaviour of peach trees, especially the environmental conditions that influenced full blossom. The main results show that in 2015 the blossom period was very short, about 17 days, and full blossom occurred on March 12th while in 2016 the blossom period lasted 51 days due low temperatures. In 2018 high precipitation was the main variable that influenced the delay of full blossom, whereas in 2019 the average of the highest temperatures, resulted in an anticipation of full blossom, which occurred on March 15th, similar to what had been observed in 2015.
- Efeito da aplicação de diferentes regimes de rega deficitária no pessegueiro ‘Sweet Dream’ cultivado num pomar da região da Beira Interior.Publication . Santos, Catarina; Ferreira, Dora; Barateiro, Anabela; Ramos, Cristina; Fragoso, Preciosa; Lopes, Sandra; Duarte, A.C.; Ramos, António SantosEfeito da aplicação de diferentes regimes de rega deficitária no pessegueiro ‘Sweet Dream’ cultivado num pomar da região da Beira Interior.
- Efeito da cobertura do solo com manta Ecoblanket no desenvolvimento das infestantes em pomares de pessegueiros na região da beira interiorPublication . Ferreira, Dora; Santos, Catarina; Barateiro, Anabela; Ramos, Cristina; Fragoso, Preciosa; Lopes, Sandra; Gomes, P.; Vieira, Francisco José Pereira; Assunção, B.; Varennes, A.; Simões, M.P.Efeito da cobertura do solo com manta Ecoblanket no desenvolvimento das infestantes em pomares de pessegueiros na região da beira interior
- Estado de nutrição de pomares de pessegueiro na região da Beira InteriorPublication . Veloso, Abel; Barateiro, Anabela; Ramos, Cristina; Fragoso, Preciosa; Lopes, Sandra; Silvino, Paulo; Vieira, Francisco José Pereira; Batista, Marta; Monteiro, M.C.H.; Simões, M.P.A Beira Interior possui a principal área portuguesa de produção de pêssego (1803 ha) e possui também o know-how sobre esta cultura, existindo a única indicação geográfica protegida de pêssego do país – IGP pêssego da Cova da Beira, canais de comercialização, assistência técnica e ações de I&D. Paralelamente existe uma constante procura de conhecimento e inovação por parte dos produtores de modo a maximizarem o rendimento da cultura. Sendo a fertilização uma técnica com baixo peso nos custos de produção, aproximadamente 8%, é frequente existirem excessos para atingir produções mais elevadas. A fertilização reflete-se na disponibilidade de nutrientes e no estado de nutrição dos pomares que, com a rega, é determinante para o equilíbrio das plantas, para o seu vigor e produção e para a resistência a pragas ou doenças. A monitorização, desde a instalação, de 28 pomares localizados na região da Beira Interior, permitiu avaliar o estado de nutrição ao 3º ciclo vegetativo. Os resultados indicam que apesar do solo apresentar maioritariamente níveis altos de P e K, 45% dos pomares apresentaram teores foliares de K inferiores ao intervalo de referência. Também o teor de Zn se encontra em níveis inferiores a esse intervalo em 50% dos pomares.
- Estudo da evolução da fertilidade do solo em pomares de pessegueiros - situação inicialPublication . Simões, M.P.; Monteiro, M.C.H.; Batista, Marta; Roque, Natália; Vieira, Francisco José Pereira; Silvino, Paulo; Ramos, Cristina; Fragoso, Preciosa; Lopes, Sandra; Barateiro, AnabelaA região da Beira Interior é a principal região de produção de pêssegos do país. Esta cultura, pelo carácter plurianual, pode ter uma ação positiva ou negativa na melhoria do teor em matéria orgânica e da fertilidade do solo, de acordo com as técnicas utilizadas na manutenção do solo e gestão da sua fertilidade. No âmbito da manutenção do solo, a técnica de enrelvamento da entrelinha e a técnica de destroçamento da lenha de poda, são consideradas como positivas no aumento do teor em matéria orgânica do solo o que se reflete na melhoria da sua fertilidade. Contudo, esse efeito será sempre a longo prazo, não estando disponível informação sobre a evolução dos parâmetros de fertilidade do solo em pomares de pessegueiros, para as condições de Portugal em geral e especificamente para a Beira Interior. Para monitorizar o efeito da gestão inerente a um pomar nas características de fertilidade do solo foram estabelecidas unidades de observação em 26 pomares de pessegueiros instalados na Beira Interior entre janeiro e março de 2018. Cada unidade de observação, correspondente a um pomar, compreende a marcação de 10 plantas, distribuídas em três blocos, num total de 20 pontos de amostragem de terra, sendo 10 pontos na linha de plantação e 10 pontos correspondentes à entrelinha. Todos os pontos de amostragem foram georreferenciados. Os resultados referentes à fertilidade do solo dos pomares de pessegueiros após a instalação indicam uma média global do teor de matéria orgânica de 2,8% não havendo diferenças significativas entre linha e entrelinha. A média do pH foi de 6,3 na linha e 6,1 na entrelinha. A média do teor de K2O foi de 404 mg.kg-1 na linha e 242 mg.kg-1 na entrelinha e a média do teor de P2O5 mg.kg-1 foi de 201 mg.kg-1 na linha e 114 mg.kg-1 na entrelinha, indicando uma prática de fertilização de fundo localizada na linha de plantação. Estes resultados correspondem à situação inicial dos pomares, prevendo-se a recolha de amostras no mesmo local com uma periodicidade de 4 anos, de modo a realizar a monitorização da fertilidade do solo ao longo da vida útil do pomar, minimizando a variabilidade inerente à heterogeneidade dos solos uma vez que os pontos de recolha estão georreferenciados.
- Incidência e severidade do cancro bacteriano em pessegueiros na região da Beira InteriorPublication . Teixeira, M.C.C.; Luz, J.P.; Barateiro, Anabela; Ramos, Cristina; Lopes, Sandra; Fragoso, Preciosa; Vieira, Francisco José Pereira; Silvino, Paulo; Simões, M.P.Incidência e severidade do cancro bacteriano em pessegueiros na região da Beira Interior, apresenta os resultados do inquérito realizado aos produtores de pêssego da região da Beira Interior, conjugado com a informação existentes dos pomares alvo de inquérito, para avaliar a incidência do cancro bacteriano nos pessegueiros e procurar possíveis relações com diversos parâmetros associados aos pomares.
- Influência das condições climáticas na fenologia do pessegueiro cv. 'Royal Time'Publication . Amaral, André; Silva, Ana P.; Barateiro, Anabela; Ramos, Cristina; Fragoso, Preciosa; Lopes, Sandra; Ferreira, Dora; Simões, M.P.A fenologia estuda a morfologia dos diferentes estados do desenvolvimento das plantas e permite entender e datar o seu desenvolvimento, sendo particularmente importante nas espécies frutícolas, designadamente para o posicionamento das técnicas culturais a realizar ao longo do ciclo anual. Nas prunóideas de clima temperado, nas quais se inclui o pessegueiro, a cerejeira, a ameixeira e a amendoeira, o ciclo anual inicia-se com o desabrochamento dos gomos florais, que se vão desenvolvendo até atingir a plena floração. A chegada de pólen compatível ao estigma da flor pode conduzir à sua fertilização culminando no vingamento dos frutos. Este período de floração é condicionado pelo clima e é utilizado como indicador das alterações climáticas, sendo fundamental para entender como as plantas respondem a estas alterações, preocupação crescente por parte dos produtores devido ao aumento da frequência e intensidade de eventos climáticos extremos. Com o objetivo de estudar a influência das condições meteorológicas no período de floração em pessegueiros da Região da Beira Interior, foi observada a fenologia da cultivar Royal Time, num mesmo pomar, nos ciclos 2015, 2016 e 2018. Paralelamente, foi recolhida informação das variáveis climáticas temperatura e precipitação. Os resultados permitiram observar que, no ciclo 2015, o período de floração, desde o estado C ao estado G foi muito curto, de aproximadamente 17 dias, com a plena floração a ocorrer em 12 de março. Em 2016 o período de floração teve a duração de 36 dias, com a plena floração em 24 de março e em 2018 o período de floração estendeu-se por 35 dias, com a plena floração em 29 de março. Este estudo visa não só evidenciar a irregularidade climática que se observou nos últimos anos, como também contribuir para fornecer aos produtores informação quantificada sobre o efeito da irregularidade dos fatores climáticos na fenologia
- Manutenção do solo em pomares de pessegueiro – monitorização da ocupação do solo por infestantesPublication . Veloso, Abel; Fonseca, Hugo Alexandre Vidinha; Barateiro, Anabela; Ramos, Cristina; Lopes, Sandra; Fragoso, Preciosa; Vieira, Francisco José Pereira; Silvino, Paulo; Ferreira, Dora; Ramos, António Santos; Gaspar, Pedro Dinis; Simões, M.P.Manutenção do solo em pomares de pessegueiro – monitorização da ocupação do solo por infestantes, apresenta os resultados da monitorização do desenvolvimento das infestantes em 4 pomares ao longo do ciclo, durante 3 ciclos vegetativos consecutivos.
- Monda mecânica de flores em pessegueiro com o equipamento Saflowers® na cv. Very Good: avaliação do impacto na produção e qualidade dos frutos.Publication . Ferreira, Dora; Santos, Catarina; Barateiro, Anabela; Ramos, Cristina; Fragoso, Preciosa; Lopes, Sandra; Simões, M.P.Os pessegueiros apresentam níveis de floração e taxas de vingamento elevados, requerendo, habitualmente, a realização de monda de flores ou de frutos, sendo a monda manual de frutos a prática mais comum. Essa prática requer bastante tempo e traduz-se em elevados custos em recursos humanos. A monda, quer de flores quer de frutos, tem como principal objetivo melhorar a qualidade dos frutos, nomeadamente o calibre, e, simultaneamente, visa promover o melhor equilíbrio das plantas e regular a produção. Existindo no mercado diversos equipamentos para a realização da monda de flores, o presente trabalho foi delineado com o objetivo de avaliar o impacto da monda mecânica de flores com a utilização do equipamento Saflowers®, na produção e qualidade dos pêssegos, tendo por base dois pomares comerciais de pessegueiro da cultivar ‘Very Good’, em plena produção, situados a norte e a sul da serra da Gardunha, na região da Beira Interior. A intensidade da monda foi semelhante em ambos os pomares e a taxa inicial de vingamento foi de 57% e 86%, respetivamente nos pomares a norte e a sul da serra da Gardunha. A produção total média foi semelhante nos dois pomares, entre 25 e 26 t/ha, observando-se uma produção total inferior na modalidade com monda. A monda apresentou um efeito positivo na diminuição da proporção de frutos de refugo. No pomar a norte da serra da Gardunha observouse um aumento da produção comercial na classe de calibre ≥ A, que foi de 93,7%, mas, esse efeito não se observou no pomar a sul da serra da Gardunha, onde a taxa de vingamento foi mais elevada. A monda de flores resultou numa antecipação da maturação dos frutos que apresentaram menor dureza à colheita. O IR foi mais elevado na modalidade com monda, em ambos os pomares, com uma diferença média de 2ºBrix entre modalidades.
