Percorrer por autor "Paulo, Luísa"
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- Análise química de mel para garantir conformidade de produtoPublication . Resende, Mafalda; Paulo, Luísa; Nunes, André; Antunes, Paulo
- Antioxidant and dual dose-dependent antigenotoxic and genotoxic properties of an ethanol extract of propolisPublication . Cruz, Maria Teresa; Antunes, Paulo; Paulo, Luísa; Ferreira, A.M.; Cunha, A.; Aguiar, C. Almeida; Oliveira, RuiPropolis is a resinous product made by honeybees from plant-derived materials, with high content ofpolyphenols associated to several beneficial bioactivities with potential use as a natural food additive forpreservation and as a functional food ingredient. A Portuguese propolis ethanol extract (C.EE) protectedSaccharomyces cerevisiaecells from loss of viability upon exposure to H2O2, both in co- and in pre-incubation experiments. Results obtained with the comet assay suggest that lower concentrations areantigenotoxic while at higher concentrations a genotoxic effect prevails, which correlates with thecytotoxicity of high concentrations of C.EE. Flow cytometry analysis with dichlorofluorescein indicatesthat C.EE induced intracellular antioxidant activityin vivo. Overall the results suggest that C.EE isantigenotoxic but is also toxic at higher concentrations. This dual effect could be explained by thepresence of compounds known to interfere with DNA synthesis and/or cell proliferation, such as caffeicacid phenethyl ester (CAPE) and chrysin, together with antioxidants, like kaempferol, pinobanksin andpinocembrin.
- Avaliação de ceras, ésteres etílicos e metílicos em azeites virgens monovarietaisPublication . Andrade, Tânia Sofia Flores; Paulo, Luísa; Peres, Maria de FátimaAvaliação de ceras, ésteres etílicos e metílicos em azeites virgens monovarietais.
- Caderno de boas práticas para a produção de leite de cabra : +leite +qualidadePublication . Paulo, Luísa; Rodrigues, A.M.O Caderno de Boas Práticas na Produção de Leite de Cabra: +Leite + Qualidade, reúne os princípios subjacentes à produção de leite em explorações caprinas que exercem atividade na área geográfica de produção dos queijos com DOP da Região Centro. Este documento reconhece que os produtores de leite de pequenos ruminantes são parte integrante de uma ampla cadeia alimentar e que todos os elos da cadeia - produtores de leite, empresas transportadoras, queijarias, pessoal técnico, grande distribuição e consumidores - deverão ser parte de um sistema de gestão integrado de garantia da segurança e qualidade alimentar. O leite deve ser produzido por animais saudáveis, cumprindo as regras de bem-estar animal e a produção deve ser sustentável do ponto de vista económico, social e ambiental. O Caderno de Boas Práticas na Produção de Leite de Cabra: +Leite + Qualidade, pretende incentivar os produtores de leite de pequenos ruminantes a adotarem, proativamente , práticas de prevenção, contribuindo para a produção de leite e de produtos lácteos seguros, de qualidade e de forma sustentável, assegurando o futuro da sua produção de leite e de Produtos Tradicionais Qualificados como os queijos com DOP da Região Centro.
- Caderno de boas práticas para a produção de leite de ovelha : +leite +qualidadePublication . Paulo, Luísa; Rodrigues, A.M.O Caderno de Boas Práticas na Produção de Leite de Ovelha: +Leite + Qualidade, reúne os princípios subjacentes à produção de leite em explorações ovinas que exercem atividade na área geográfica de produção dos queijos com DOP da Região Centro. Este documento reconhece que os produtores de leite de pequenos ruminantes são parte integrante de uma ampla cadeia alimentar e que todos os elos da cadeia - produtores de leite, empresas transportadoras, queijarias, pessoal técnico, grande distribuição e consumidores - deverão ser parte de um sistema de gestão integrado de garantia da segurança e qualidade alimentar. O leite deve ser produzido por animais saudáveis, cumprindo as regras de bem-estar animal e a produção deve ser sustentável do ponto de vista económico, social e ambiental. O Caderno de Boas Práticas na Produção de Leite de Ovelha: +Leite + Qualidade, pretende incentivar os produtores de leite de pequenos ruminantes a adotarem, proativamente , práticas de prevenção, contribuindo para a produção de leite e de produtos lácteos seguros, de qualidade e de forma sustentável, assegurando o futuro da sua produção de leite e de Produtos Tradicionais Qualificados como os queijos com DOP da Região Centro.
- Caracterização nutricional dos queijos com DOP da Região CentroPublication . Paulo, Luísa; Moreira, Maria do Carmo; Resende, Mafalda; Cristóvão, Mário André Monteiro; Beato, Helena; Rodrigues, A.M.Na Região Centro de Portugal são produzidos 5 dos 14 queijos com DOP existentes no país. São queijos que utilizam, como matéria-prima, leite cru de cabra e/ou de ovelha. Este trabalho permitiu avaliar a composição físico-química de um total de 68 queijos da Beira Baixa com DOP Tipo Amarelo, Rabaçal com DOP e Serra da Estrela com DOP produzidos entre 2019 e 2021. As análises laboratoriais foram realizadas no Laboratório de Físico-Química do Centro de Apoio Tecnológico Agro-Alimentar de Castelo Branco (CATAA). Verificou-se que as amostras de Queijo Rabaçal apresentam valores mais elevados de proteína, gordura, extrato seco, hidratos de carbono e valor energético (p≤0,05), que as amostras de Queijo da Beira Baixa Tipo Amarelo apresentaram valores mais elevados de cinzas, sódio e sal (p≤0,05) e que as amostras de Queijo Serra da Estrela com DOP apresentaram teores mais elevado de humidade (p≤0,05). A humidade isenta de matéria gorda foi maior nos queijos da Beira Baixa Tipo Amarelo e Serra da Estrela (p≤0,05). No entanto, nestes dois casos, os valores encontrados estão previstos nos respetivos Cadernos de Especificações. Relativamente à matéria gorda no extrato seco, não se encontraram diferenças entre os 3 tipos de queijos (p>0,05). Verificou-se que 100% dos queijos da Beira Baixa Tipo Amarelo, 100% dos queijos Rabaçal e 96% dos queijos Serra da Estrela apresentaram valores de matéria gorda no extrato seco previstos nos respetivos Cadernos de Especificações. Concluiu-se que o tipo de leite utilizado, o processo de fabrico e as condições de armazenamento dos queijos contribuíram para as diferentes características físico-químicas dos queijos com DOP da Região Centro. As boas práticas de produção, onde se inclui a seleção criteriosa da matéria-prima, o cumprimento do período mínimo de cura e o controlo da quantidade de sal utilizado no fabrico dos queijos são fatores determinantes para a obtenção de um produto final com boa qualidade nutricional.
- Cistus ladanifer seeds: from ancient snack to novel and sustainable food ingredientPublication . Frazão, David F.; Paulo, Luísa; Peres, Maria de Fátima; Resende, Mafalda; Espírito Santo, Christophe; Barroca, Celina; Rodrigues, A.M.; Delgado, F.M.G.Cistus ladanifer is a persistent, abundant and widespread underexplored resource in the Iberian Peninsula. The seeds have been used as food for centuries, although their nutritional value and potential as food ingredients have not been exploited until now. In this study seeds from natural shrubland were collected three times during summer for two consecutive years. Analytical evaluation of the macronutrient content, fatty acids, and mineral composition was performed. Regarding the macronutrients, seeds showed a carbohydrate content of 46.1 ± 1.6%, a fibre content of 20.9 ± 1.4%, a protein content of 16.2 ± 0.4%, a lipid content of 13.0 ± 1.1%, and an ash content of 3.87 ± 0.16%. The fatty acids were found to be mostly unsaturated (74.05 ± 0.59%). Potassium was the most abundant mineral (975 ± 53 mg/100 g) followed by phosphorous, magnesium and calcium. In conclusion, several nutrient-related label claims may be used for C. ladanifer seeds as food ingredient. Compared to common cereals, nuts and seeds, C. ladanifer seeds are close to flax and chia seeds in relation to nutritional composition, and to pine nuts in relation to mineral composition.
- Convective dehydration processing of peachPublication . Resende, Mafalda; Paulo, Luísa; Nunes, André; Silveira, Ana; Pintado, Cristina Miguel; Antunes, PauloDehydration of peach is an alternative to enhance storage stability, mínimize packaging requirement and reducing post-harvest cost without a sensorial and nutritional quality loss. Preservation of fruits through sun drying techniques is practiced in Cova da Beira (a Portuguese region that has a protected geographical indication for peach), as a homemade process without quality and safety control. The aim of this work was to prepare quality dehydrated products based on a convective drying process with low cost. This process has short drying time and controlled temperature that causes minimal damage to the product without added preservatives or sugar. The samples of ‘Baby Gold’ cultivar (Prunus persica) obtained from local producer were peeled, laminated and immediately dehydrated. Samples were stored in sealed plastic containers at 25°C for subsequent analysis. In the drying process were controlled forced convection air velocity of 1.25 to 1.50 m/s, air temperature between 45 and 75°C and drying time between 7 to 11 hours. During dehydration process temperature and fruit moisture were controlled. pH, acidity, soluble solids content (SSC) and mesophilic aerobic count were performed in fresh and dehydrated fruit. Dehydrated peach were similar to homemade products. Moisture was below 12%, without significant variation of SSC and acidity (on a dry basis). No deleterious effect occurred on peach mesophilic aerobic count, since a slight decrease was registered between fresh and dehydrated fruit.
- Crispy orange: a multi-purpose ready-to-eat snackPublication . Cristóvão, Mário André Monteiro; Camelo, Alexandra; Martins, Ana; Silveira, Ana; Riscado, Ana; Rodrigues, Ana; Baptista, Cátia; Beato, Helena; Vasconcelos, Vanessa; Paulo, Luísa; Pitacas, F.I.; Rodrigues, A.M.; Espírito Santo, Christophe; Brandão, InêsWith the war in Ukraine reshaping world trade, there is now a surplus of orange production in Europe, affecting the price in Portugal. Algarve is no exception, where producers are offering the fruit for lack of buyers. An innovative solution is on the agenda: transforming this Mediterranean diet fruit into a crispy ready-to-eat snack. The crispy orange snack is made exclusively from dehydrated oranges (and no other ingredients) and is not yet available in the market. Not only can this product be made from surplus orange production, but it can also be used in a variety of ways, including as a crunchy, ready-to-eat snack, as an edible cake topper, or even as an ingredient in beverages such as sparkling and tonic water, or gin. Following development, the product was fully characterized regarding nutritional value, water activity (aw), microbiology and sensory analysis with 66 consumers. Interestingly, unlike other orange products such as 100% orange juice, the crispy orange snack has a high fibre content (10% of the recommended daily dose). This is a major point as fibre is essential for regulating blood sugar levels. Furthermore, 95.5% of consumers who tested the product would buy it if it were available.
- Desidratação osmótica de pêssego com calda açucarada e calda à base de mel.Publication . Morais, Laura Varandas; Nunes, André; Pintado, Cristina Miguel; Paulo, Luísa; Resende, Mafalda; Anjos, O.A desidratação é um processo que consiste na eliminação de água de um produto por evaporação. Com o aumento da produção e sazonalidade de diversos frutos a produção de fruta desidratada pode ser uma alternativa para escoamento dos excedentes. Os produtos alimentares podem ser desidratados por processos baseados na vaporização, sublimação, remoção de água por solventes ou na adição de agentes osmóticos. Nos últimos anos, a desidratação de alimentos tem sido objeto de vários estudos no sentido de produzir alimentos desidratados, que conservem ou melhorem as características sensoriais e valor nutricional, garantindo um custo adequado. Este trabalho teve como objetivo avaliar os parâmetros de qualidade de rodelas de pêssego submetidas a desidratação osmótica utilizando dois tipos de caldas. Numa fase inicial foram realizados vários ensaios a fim de selecionar um programa de secagem adequado, que não proporcionasse alteração significativa da cor da fruta (determinado por colorímetro no sistema CIELAB), fosse adequado do ponto de vista microbiológico e tivesse a preferência dos provadores na avaliação sensorial. O programa de secagem selecionado tem a duração de 12 horas: 30 min até atingir a temperatura de 520C; 10,5 horas à temperatura de 520C; 1 hora para estabilização. De seguida foram testadas 4 caldas: calda açucarada com três concentrações diferentes de frutose (C1: 365 g/L, C2: 490 g/L e C3: 735 g/L) e uma calda à base de mel (diluição de 1:1 m/v); para desidratação osmótica seguida de secagem. Este programa de secagem teve a duração de 10 horas. Para estas 4 amostras foi efetuada uma prova de ordenação tendo a amostra C3 (735 g/L de frutose) obtido a maior pontuação. Para as amostras selecionadas de secagem simples e secagem com pré-tratamento de desidratação osmótica foram efetuadas as seguintes determinações: humidade (PT.LFQ.0135-Método interno); gordura (AOAC 2003.06); proteína (PT.LFQ.0105-Método interno); cinzas (AOAC 934.03); hidratos de carbono (cálculo); valor energético (cálculo); sódio (ICP-OES); sal (cálculo); glucose; frutose; sacarose; maltose; lactose (PT.LFQ.0129-Método interno). Os resultados demonstraram que o produto com pré-tratamento, embora mais apreciados pelos provadores apresenta um teor de açúcares (frutose) superior, inerente ao tratamento e um teor de humidade, gordura e proteína inferior. É de referir, no entanto, que este trabalho deve ser continuado de modo a aferir as melhores condições para a secagem após a desidratação osmótica (especialmente para a calda de mel) dado que os provadores gostaram do sabor da amostra tratada com mel mas pontuaram pior devido à elevada gomosidade que apresentava.
