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- Culturas de cobertura do solo em pomaresPublication . Veloso, Abel; Monteiro, M.C.H.; Delgado, F.M.G.; Gonçalves, José Carlos; Simões, M.P.; Simões, Maria PaulaO glifosato e o seu principal produto de degradação (o AMPA) têm um elevado potencial de persistência nos solos de pomares de pessegueiro da Beira Interior. As culturas de cobertura podem influenciar a disponibilidade de nutrientes e de água do solo. A presença de culturas de cobertura está normalmente associada a um aumento da biodiversidade e da atividade de microrganismos benéficos do solo. As culturas de cobertura podem ajudar a reduzir a incidência e propagação de pragas e doenças. As culturas de cobertura poderão ter um efeito benéfico na produtividade da cultura e na qualidade dos frutos. Contudo, dada a complexidade dos efeitos envolvidos, são necessários estudos mais aprofundados para se conhecerem os efeitos em casos específicos.
- A influência das diferentes plantas de cobertura do solo na linha na fertilidade do solo, no crescimento das árvores e na colonização das suas raízes por fungos micorrízicos arbuscularesPublication . Veloso, Abel; Silva, Vera; Coelho, Diogo; Bouça, Mónica; Monteiro, M.C.H.; Geissen, Violete; Simões, M.P.; Simões, Maria Paulaassociação entre plantas e fungos micorrízicos arbusculares ocorre em aproximadamente 80% das famílias de plantas vasculares. A simbiose entre plantas e fungos micorrízicos é geralmente benéfica para ambas as partes. Nesta simbiose, a planta fornece ao fungo fotoassimilados e o fungo aumenta a capacidade da planta em assimilar água e nutrientes. A presença de culturas de cobertura pode aumentar a atividade microbiana do solo, a taxa de colonização das raízes da cultura principal por fungos micorrízicos e atrair artrópodes auxiliares. O principal objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito das culturas de cobertura na fertilidade do solo, no crescimento dos pessegueiros e na taxa de colonização das suas raízes por fungos micorrízicos arbusculares. O ensaio incluiu o total de 7 modalidades, nomeadamente, prática habitual de aplicação de herbicida e a cobertura com infestantes, trevo morango, trevo violeta, trevo branco, alecrim-rasteiro e tomilho serpão. O solo onde decorreu o ensaio era pouco ácido, com pH entre 5,5 e 6,3 e tinha um teor médio de matéria orgânica, entre 1,9% e 2,4%, um teor de fósforo disponível muito baixo a baixo, 6,7 mg/kg e 12,6 mg/kg, e teores médios a altos de potássio, magnésio e cobre disponíveis. A cobertura com trevo branco esteve associada a teores de azoto nítrico significativamente maiores do que as modalidades com cobertura de infestantes, alecrim-rasteiro e tomilho serpão. As modalidades trevo branco, alecrim-rasteiro e tomilho apresentaram teores significativamente maiores de fósforo. As culturas de cobertura estiveram associadas a menores teores de cobre disponível. Não foram encontradas diferenças significativas entre modalidades nas áreas de secção de tronco. Contudo, o acréscimo na área de secção de tronco entre 2023 e 2025 foi significativamente maior na modalidade com aplicação de herbicida, indicando que a presença de cobertura vegetal na linha diminuiu o vigor das plantas. A taxa de colonização de vesículas de fungos micorrízicos arbusculares foi significativamente maior na modalidade coberta com trevo branco em comparação com as modalidades cobertas com trevo morango, trevo violeta, alecrim-rasteiro e tomilho serpão. Observou-se uma relação positiva entre a colonização das raízes dos pessegueiros por fungos micorrízicos arbusculares e os teores de azoto nítrico, de fósforo disponível e de potássio disponível, e entre os teores de azoto total, potássio disponível, magnésio disponível e cobre total e o acréscimo da área de secção de tronco.
- A influência de diferentes plantas de cobertura do solo na linha na produção e qualidade de pêssegoPublication . Veloso, Abel; Silva, Vera; Monteiro, M.C.H.; Geissen, Viollete; Simões, M.P.; Simões, Maria PaulaO objetivo principal deste trabalho foi avaliar o efeito das culturas de cobertura na produtividade e na qualidade dos pêssegos. A produção variou entre 8,7 t/ha e 11,5 t/ha e não se observou um efeito marcado das modalidades de cobertura do solo na produção. O peso dos frutos da modalidade com aplicação de herbicida foi maior do que o das restantes modalidades. Os frutos das modalidades com cobertura de alecrim-rasteiro e de tomilho serpão tiveram valores de TSS superiores aos das restantes modalidades com cobertura.
- A investigação e experimentação em prunóideas na Beira InteriorPublication . Simões, M.P.; Veloso, Abel; Martins, Carmo; Chasqueira, Francisco; Assunção, José; Simões, Maria PaulaA Rede Prunus tem um trabalho desenvolvido desde 2003, num período superior a 22 anos, com projetos centrados na cultura da cerejeira e do pessegueiro.
- Manual de apoio à produção bovina. Descorna de bovinosPublication . Rodrigues, A.M.Com este trabalho, elaborado para estudantes que frequentam cursos na área das Ciências Agrárias e para empresários e técnicos que exercem atividade nos setores da bovinicultura de leite e de carne, descrevem-se as diferentes técnicas de descorna de bovinos. Relativamente à descorna de animais jovens, são referidas técnicas que utilizam produtos cáusticos e termocautérios. No que diz respeito à descorna de animais adultos, apresentam-se os métodos de descorna com cabo descornador, com serra elétrica e com descornadoras, manuais e hidráulicas. No processo de descorna é prioritário ter em consideração o bem-estar animal e a segurança dos operadores. Também devem ser cumpridas as regras propostas pela DGAV (Direção Geral de Alimentação e Veterinária) para estas intervenções de maneio.
- A poda em verde na formação da cerejeiraPublication . Simões, M.P.; Barateiro, Anabela; Ramos, Cristina; Vieira, Francisco; Silvino, Paulo; Teixeira, M.C.C.; Simões, Maria PaulaO objetivo da poda em verde, no primeiro ciclo vegetativo, é promover a ramificação junto ao tronco, encurtando o período de formação da planta. A cv. Nimba, no porta-enxerto Gisela 6 teve um crescimento total de 441 cm/árv., no porta-enxerto Maxma 14 teve um crescimento total de 790 cm/árv. no porta-enxerto Maxma 60 teve um crescimento total de 987 cm/árv. O comprimento médio dos ramos não podados foi de 37 cm a 57 cm no Gisela 6, de 122 cm a 151 cm no Maxma 14 e de 120 cm a 139 cm no Maxma 60. A poda dos ramos em 4 de julho induziu à sua ramificação, observandose que 51% dos ramos podados originaram 4 a 5 ramos de segunda ordem. A cv. Red Pacific, no porta-enxerto Gisela 6 teve um crescimento total de 537 cm/árv., no porta-enxerto Maxma 14 teve um crescimento total de 889 cm/árv. no porta-enxerto Maxma 60 teve um crescimento total de 1323 cm/árv. A cv. Red Pacific é mais vigorosa e menos acrótona que a Nimba. A poda dos ramos em 4 de julho induziu à sua ramificação, observando-se que 56% dos ramos podados originaram 4 a 5 ramos de segunda ordem. O comprimento médio dos ramos não podados foi de 74 cm a 114 cm no Gisela 6, de 72 cm a 114 cm no Maxma 14 e de 106 cm a 182 cm no Maxma 60. A cv. Frisco, no porta-enxerto Maxma 60 teve um crescimento total de 1309 cm/árv. A cv. Frisco é menos acrótona que a Nimba e a Red Pacific. Os ramos podados em 4 de julho induziram à ramificação, observando-se que 56% dos ramos podados originaram 4 a 5 ramos de segunda ordem.
