Browsing by Author "Blasco Ruíz, Manuel"
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- Fatty acid profile, total fat, protein, moisture and ash in different edible parts of Albacore Tuna (Thunnus alalunga Bonnaterre, 1788) - Preliminary resultsPublication . Pitacas, F.I.; Benito Bernáldez, María José; Blasco Ruíz, Manuel; Lopéz González, José Antonio; Palencia, Rocío; Anjos, O.; Vasconcelos, Vanessa; Paulo, Luísa; Rodrigues, A.M.This study assessed the specific proximal composition and fatty acid profile of different edible parts of a 13 kg male Thunnus alalunga (Bonnaterre, 1788) caught in June 2023 in the Cantabrian Sea.
- Jornadas Ibéricas da Figueira-da-índia “Opuntia ficus-indica uma oportunidade para a região” : livro de resumosPublication . Rodrigues, A.M.; Reis, C.M.G.; Blasco Ruíz, Manuel; Fonseca, António; Monteiro, ManuelContém o resumo das comunicações apresentadas durante as jornadas.
- Nutritional value of Opuntia ficus-indica cladodes from Portuguese ecotypesPublication . Rodrigues, A.M.; Pitacas, F.I.; Reis, C.M.G.; Blasco Ruíz, ManuelThe use of Opuntia ficus-indica cladodes as a forage for ruminants has been very important in the semi-arid and arid regions of the world. O. ficus-indica cladodes can be fed to small ruminants especially in periods of the year when there is low quality and quantity of pasture. In Mediterranean regions like South of Portugal during the rainy season the availability of pasture is quantitatively and qualitatively satisfactory, but in critical times of the year the shortage and low nutritive value of forages causes decreased productivity in the ruminant’s production of milk and meat. The aim of this study was to evaluate the nutritional profile of the cladodes from five different Portuguese ecotypes of O. ficus-indica, in comparison with cultivar “Gialla”, and also evaluate its potential use as a feed for ruminants. Among populations’ significant differences were found in crude protein and ash content, and different groups were unfolded. In general, O. ficus-indica has a low content of DM, CP and NDF and high content in NFC and EM. Given the importance that DM, PB and the NDF have for nutrition and feeding of ruminants we conclude that O. ficus-indica can be used in feeding small ruminants provided that animals have access to dry forage and a feed source with high CP content. Used as fodder, O. ficus-indica seems to be an optional interesting feed for small ruminants in driest period of the year.
- Parâmetros de crescimento de achigãs (Micropterus salmoides, Lacépède, 1802) alimentados com Eisenia fetida (Savigny, 1826)Publication . Rodrigues, A.M.; Lourenço, José Manuel; Mateus, Paulo; Blasco Ruíz, Manuel; Pitacas, F.I.O achigã (Micropterus salmoides Lacépède, 1802) é uma espécie piscícola de águas interiores com elevado interesse gastronómicoemPortugal. A Eisenia fetida (Savigny, 1826) é uma boa fonte de proteínapara utilizar na alimentação animal.No entanto, obaixo teor em matéria seca (19,03%) e os elevados teores em fibra bruta (5,83%) e em cinzas (10,70%),principalmente terra, poderão ser um fator limitante à sua utilização como alimento para peixescarnívoros. Com o objetivo de avaliar o interesse da utilização de E. fetidana alimentação de peixes, em setembro foram capturados 22 juvenis de achigã (0+ anos) numa pequena barragem de rega (N 39º49’27,89’’; O 07º26’57,92’’). Os achigãs foram colocados em três tanquespara habituação a um alimento composto comercial. Como em Portugal não se produzem alimentos compostos específicos para achigãs foi utilizado um alimento composto comercial formulado para douradas (Sparus aurata Linnaeus, 1758) e robalos (Dicentrarchus labrax Linnaeus,1758) (proteína bruta 49,74%MS e gordura bruta 18,07%MS). Ao fim de trêssemanas,86,4% dos peixes já ingeriam o alimentosólido. Não foi necessária habituação à E. fetidauma vez que faz parte da alimentação natural do achigã. Em 13 outubro, dos 22 achigãs iniciaisforam selecionadosaleatoriamente 16 que foramcolocados em dois tanques(8 peixes/tanquecom0,048m3de água). No tanqueG1 (E. fetida) e tanqueG2 (alimento granulado) o peso, o comprimento, o fator K e a densidade iniciais foram, respetivamente, 13,62g e 13,40g (p>0,05); 10,49cm e 10,39cm (p>0,05); 1,160 e 1,179 (p>0,05); 2,27kg/m3e 2,23kg/m3. Durante o ensaio,com duração de 179 dias, a temperatura média da água variou entre 17,1ºC e 24,5ºCe a taxa de sobrevivência foi de 100%.No dia 179 do ensaio,os valores médios de peso, comprimento, fator K e produtividade nos tanques G1 e G2 foram, respetivamente, 31,54 g e 40,87 g (p<0,05); 13,01 cme 14,28 cm (p<0,05); 1,410e 1,388(p>0,05); 5,25 kg/m3e 6,80 kg/m3. Os resultados obtidos parecem indicar que a E. fetidapode ser utilizada na alimentação de achigãs.
- Redworm (Eisenia fetida) as largemouth bass feed - first resultsPublication . Rodrigues, A.M.; Lourenço, José Manuel; Mateus, Paulo; Blasco Ruíz, ManuelRedworm (Eisenia fetida) have been found to be a very good source of protein and fat. Chemical composition are important factor in selecting redworms as aquaculture feed but the high moisture (80.97% ±0.438) and ash (8.78% ±0.149) content, mainly soil, could be an inconvenient. On September 23, 2014 twenty two juvenile largemouth bass (LB) (Micropterus salmoides) (0+ years) were caught from a small irrigation dam (N 39º49’27,89’’; W 07º26’57,92’’). Juveniles LB were stocked in three aquarium for commercial compound feed training. After 3 weeks 86.4% are well trained. During the compound feed training period the survival rate was 100%. On October 13, 2014 sixteen feed-trained individuals were randomly selected and stocked in two aquarium (8 LB per aquaria with 0,048m3 of water). LB initial average weight, average length, average K condition factor and density were similar in two aquarium. In aquaria G1 (feed redworm) and aquaria G2 (feed commercial compound) LB weight, length, K condition factor and density were, respectively, 13.62g (±3.171) and 13.40g (±3.002) (P>0.05); 10.49cm (±0.757) and 10.39cm (±0.649) (P>0.05); 1.160 (±0.043) and 1.179 (±0.082) (P>0.05); 2,27kg/m3 and 2.23kg/m3). In our laboratorial experiment, aquarium average water temperature range between 19.9ºC and 16.8ºC. Because in Portugal there are no specific commercial feed for largemouth bass we used a commercial compound for seabream (Sparus aurata) and European seabass (Dicentrarchus labrax) (protein 47.7%M; fat 17.3%; ash 10.9%; crude fiber 0.83%; moisture 6.1%). On day 88 (January 9, 2015) of this study average weight, length, K condition factor and density in aquaria G1 and aquaria G2 were, respectively, 17.57g (±4.071) and 19.19g (±4.811) (P<0.05); 10.88cm (±0.875) and 11.29cm (±0.871) (P<0.05); 1.346 (±0.051) and 1.311 (±0.061) (P>0.05); 2.93kg/m3 and 3.20kg/m3). Until now E. fetida seems to be a good feed for largemouth bass.
- Utilização de minhocas (Eisenia fetida Savigny, 1826) na alimentação de achigãs (Micropterus salmoides, Lacépède, 1802) - resultados preliminaresPublication . Rodrigues, A.M.; Lourenço, José Manuel; Mateus, Paulo; Blasco Ruíz, ManuelA minhoca (Eisenia fetida Savigny, 1826) é uma boa fonte de proteína. O elevado teor em humidade (82,80% ±2,128) e cinzas (10,70% ±2,345), principalmente terra, poderão ser um fator limitante à sua utilização como alimento para peixes. Com o objetivo de avaliar o interesse da utilização de E. fetida na alimentação de peixes, em 23 setembro 2014 foram capturados 22 juvenis de achigã (Micropterus salmoides Lacépède, 1802) (0+ anos) numa pequena barragem de rega Os achigãs foram colocados em três aquários para habituação a um alimentos compostos comercial. Três semanas depois 86,4% já ingeriam o alimento. A taxa de sobrevivência foi de 100%. Em 13 outubro 2014 foram escolhidos aleatoriamente 16 achigãs e colocados em dois aquários (8 peixes/aquário; 0,048 m3 de água). Os valores médios iniciais de peso, comprimento, fator K e densidade foram semelhantes nosdois aquários. No aquário G1 (minhocas) e aquário G2 (alimento composto) o peso, o comprimento, o fator K e a densidade iniciais foram, respetivamente, 13,62 g (±3,171) e 13,40 g (±3,002) (P>0,05); 10,49 cm (±0,757) e 10,39 cm (±0,649) (P>0,05); 1,160 (±0,043) e 1,179 (±0,082) (P>0,05); 2,27 kg/m3 e 2,23 kg/m3. No nosso estudo laboratorial a temperatura média da água variou entre 19,9ºC e 16,8ºC. Como em Portugal não se produzem alimentos específicos para achigãs foi utilizado um alimento composto comercial formulado para douradas (Sparus aurata L., 1758) e robalos (Dicentrarchus labrax L., 1758) (proteína 49,74%MS; gordura 18,07%MS; cinzas 11,57%MS; fibra bruta 0,84%MS; humidade 6,55%). No dia 88 do estudo (09 janeiro 2015) os valores médios de peso, comprimento, fator K e densidade nos aquários G1 e G2 foram, respetivamente, 17,57 g (±4,071) e 19,19 g (±4.811) (P<0,05); 10,88 cm (±0,875) e 11,29 cm (±0,871) (P<0,05); 1,346 (±0,051) e 1,311 (±0,061) (P>0,05); 2,93 kg/m3 e 3,20 kg/m3). Os resultados obtidos até agora parecem indicar que a E. fetida pode ser utilizada na alimentação de achigãs.
