Percorrer por autor "Marques, Nuno"
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- Concurso Nacional de Forragens : evolução do valor nutritivo das forragens apresentadas a concurso.Publication . Rodrigues, A.M.; Vouzela, Carlos; Marques, NunoEm Portugal, tal como noutros países da União Europeia, as fortes dificuldades financeiras que o setor do leite tem vindo a viver obriga a que os produtores tenham que optar por sistemas de produção cada vez mais eficientes. Alguns estudos feitos no nosso país indicam que os custos com a alimentação da vaca representam 56,7% a 71,3% do total de custos associados à produção de um kg de leite (Baptista et al., 2012; Sottomayor et al., 2012). Só o adequado maneio alimentar das vacas leiteiras, formulando ao mínimo custo mas satisfazendo todas as necessidades nutricionais do animal, pode ser a chave do êxito da exploração. A proporção do custo da alimentação sobre o custo total do leite produzido está dependente do sistema produtor não controla (maior custo) (Alqaisi et al., 2011). Assumindo que a maior utilização de forragens de boa qualidade (gramíneas e leguminosas) é uma boa opção para a alimentação de vacas leiteiras e ciente das dificuldades que os produtores de leite atravessam a Revista Ruminantes, com o apoio de outras organizações, dinamiza o Concurso Nacional de Forragens (CNF). Com esta iniciativa pretende-se conhecer e valorizar a qualidade das forragens, sob a forma de feno-silagem de erva, produzidas nas explorações em Portugal. Com este trabalho pretendeu-se apresentar e comparar com outros resultados publicados os valores obtidos para as amostras de feno-silagem de erva analisadas no Laboratório da Associação Interprofissional do Leite e Lacticínios (ALIP), durante os 3 primeiros anos do Concurso Nac onal de Forragens (2015, 2016 e 2017).
- ÍNDICE VL - adivinham-se dificuldades para os produtores de leitePublication . Rodrigues, A.M.; Vouzela, Carlos; Marques, NunoNeste número apresentam-se os índices VL para o período de maio a julho de 2014. Verifica-se que o preço do leite pago ao produtor baixou acentuadamente até julho e que a evolução dos preços dos alimentos até julho foi favorável ao produtor. Esta evolução refletiu-se no Índice VL que em julho de 2014 (1,767) foi bastante inferior ao que se tinha verificado em abril (1,912).
- ÍNDICE VL - Bom momento para a produção de leitePublication . Rodrigues, A.M.; Vouzela, Carlos; Marques, NunoNeste número apresenta-se o Índice VL para o período de agosto a outubro de 2013. Verifica-se que a evolução dos preços do leite e dos alimentos foi favorável ao produtor uma vez que o preço do leite subiu e os custos alimentares desceram. Isso refletiu-se no Índice VL que em outubro de 2013 estava em 1,833 quando há um ano estava em 1,428. Se considerarmos que o valor 1,5 é um valor moderado representando um negócio saudável e 2 é um valor elevado muito favorável para o sucesso económico da exploração, vemos que os produtores vivem um bom momento.
- ÍNDICE VL - Continua o bom momento para a produção de leitePublication . Rodrigues, A.M.; Vouzela, Carlos; Marques, NunoNeste número apresenta-se o Índice VL para o período de novembro de 2013 a janeiro de 2014. Verifica-se que a evolução dos preços do leite e dos alimentos foi favorável ao produtor uma vez que o preço do leite subiu e os custos alimentares desceram. Isso refletiu-se no Índice VL que em janeiro de 2014 estava em 1,923 quando há um ano estava em 1,605. Se considerarmos que o valor 1,5 é um valor moderado representando um negócio saudável e 2 é um valor elevado muito favorável para o sucesso económico da exploração, vemos que os produtores vivem um bom momento.
- Índice VL – Momento favorável para os produtoresPublication . Rodrigues, A.M.; Vouzela, Carlos; Marques, NunoNeste número apresenta-se o Índice VL para o período de fevereiro a abril de 2014. Verifica-se que a evolução dos preços do leite e dos alimentos até abril foi favorável ao produtor. O preço do leite subiu e os custos alimentares desceram ligeiramente. Isso refletiu-se no Índice VL que em abril de 2014 estava em 1,912 quando há um ano estava em 1,700. Se considerarmos que o valor 1,5 é um valor moderado representando um negócio saudável e 2 é um valor elevado muito favorável para o sucesso económico da exploração, vemos que os produtores vivem um bom momento.
- Índice VL e Índice VL Erva : Produção de leite em Portugal tende a voltar a ser rentávelPublication . Rodrigues, A.M.; Vouzela, Carlos; Marques, NunoAnalisamos neste número da Ruminantes os Índices VL e VL - ERVA para o período de agosto a outubro de 2024. Durante o trimestre em análise, o preço médio do leite pago aos produtores individuais do continente foi de 0,455 €/kg para leite com 3,80% de gordura e 3,31% de proteína. O preço variou entre 0,451 €/kg em agosto e 0,458 €/kg em outubro. Na Região Autónoma dos Açores, o preço médio do leite pago aos produtores individuais que possuem tanque de refrigeração na exploração foi de 0,407 €/kg para leite com 3,80% de gordura e 3,18% de proteína. O preço do leite variou entre 0,395 €/kg em agosto e 0,418 €/kg em outubro. Relativamente ao leite biológico produzido em Portugal, o preço médio foi de 0,528 €/kg para leite com 4,00% de gordura e 3,23% de proteína. O preço variou entre 0,516 €/kg em agosto e 0,536 €/kg em setembro que foi o valor mais elevado do trimestre (SIMA-GPP, 2024). Em outubro de 2024, os Índices VL e VL - ERVA foram, respetivamente, 1,914 e 2,106.
- Índice VL e Índice VL-ERVAPublication . Rodrigues, A.M.; Vouzela, Carlos; Marques, NunoÍndice VL e Índice VL-ERVA.
- Índice VL e Índice VL-ERVA : cada vez mais difícil a situação dos produtores de leite em Portugal.Publication . Rodrigues, A.M.; Vouzela, Carlos; Marques, NunoÍndice VL e Índice VL-ERVA : cada vez mais difícil a situação dos produtores de leite em Portugal.
- Índice VL e Índice VL-ERVA : cada vez mais difícil a vida dos produtores de leite.Publication . Rodrigues, A.M.; Vouzela, Carlos; Marques, NunoÍndice VL e Índice VL-ERVA : cada vez mais difícil a vida dos produtores de leite.
- Índice VL e Índice VL-Erva : com alguma incerteza, parece manter-se a conjuntura favorável para a produção de leitePublication . Rodrigues, A.M.; Vouzela, Carlos; Marques, Nuno; Pitacas, F.I.Neste número da Ruminantes analisam-se os Índices VL e VL-ERVA para o período de fevereiro a abril de 2026. No continente, o preço médio do leite pago aos produtores individuais foi de 0,460 €/kg (3,94% de gordura e 3,39% de proteína). Na Região Autónoma dos Açores, o preço médio foi de 0,451 €/kg para o leite entregue por produtores com tanque de refrigeração na exploração (3,97% de gordura e 3,30% de proteína) e de 0,417 €/kg para o leite entregue em postos de receção (3,82% de gordura e 3,23% de proteína). O leite proveniente do modo de produção biológico foi pago, em média, a 0,518 €/kg (3,90% de gordura e 3,28% de proteína). Face ao trimestre anterior, as cinco principais matérias-primas utilizadas na formulação de alimentos compostos aumentaram, em média, 10,3%, enquanto os preços das forragens registaram apenas pequenas variações. A evolução do preço do leite e dos custos de alimentação refletiu-se nos Índices VL e VL-ERVA, que atingiram, em abril de 2026, os valores de 1,857 e 2,541, respetivamente, indicando a manutenção de uma tendência favorável à rentabilidade das explorações leiteiras em Portugal, principalmente nos Açores. Contudo, a redução do preço do leite face a 2025, associada à incerteza da conjuntura internacional e ao aumento do custo de vários fatores de produção, poderá comprometer a rentabilidade das explorações, conduzir ao abandono da atividade por muitos produtores, agravar o desemprego e aumentar a dependência nacional das importações de leite e produtos lácteos. Mantém-se igualmente difícil de justificar a diferença entre os preços pagos aos produtores em Portugal e Espanha, cujos sistemas de produção são semelhantes e onde vários fatores de produção até são mais baratos em Espanha. No trimestre em análise, o preço médio pago em Portugal foi 5,75 cêntimos/kg inferior ao de Espanha. A persistência desta diferença justifica uma análise aprofundada da cadeia de valor do setor leiteiro, em particular do poder negocial dos produtores portugueses, da concentração industrial e da distribuição do valor acrescentado ao longo da fileira.
