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ESECB - Livros ou capítulos de livros

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  • Como se constrói um professor-pregador? O itinerário de um professor na primeira metade do século XX
    Publication . Henriques, Helder
    A construção da identidade socioprofissional de um grupo – como o dos professores – corresponde a um conjunto de processos que se realizam em contexto institucional especializado – como as Escolas de formação de professores – e onde, além desse contexto, os meios econômico, social, político e religioso, entre outros, influenciam a construção identitária do professor (Nóvoa, 1989, 1995, 2000). Se a formação constitui a alavanca mais expressiva, e visível, no processo de construção da identidade socioprofissional do grupo dos professores, também é seguro afirmar que os contextos, social, econômico, político ou religioso constituem influenciadores permanentes que moldam aquilo em que o professor se tornará enquanto profissional detentor de um determinado saber-fazer científico, pedagógico e ético (Henriques, 2008, 2018). Partindo deste pressuposto, e da relação estreita que existe entre a formação e a dimensão pública da atividade profissional, defendemos que no interior dos grupos profissionais devem ser estudados, por um lado, os trajetos curriculares, mesmo antes da integração dos sujeitos nas instituições formativas especializadas e, por outro lado, os percursos de adaptabilidade, particularmente, sociocultural, político e religioso, assim como as estratégias que os sujeitos foram construindo e utilizando com o objetivo de aplicar, em contexto as aprendizagens que os tornaram profissionais, defender os princípios que enformaram– colocaram na forma – o contexto em que viveram e, ainda, as maneiras encontradas para ir além daquilo que pode ser considerado como uma “normalização pedagógica minimalista”, como aconteceu, por exemplo, no Estado Novo Português. Este trabalho constitui parte de uma investigação, que tem sido realizada com andamentos diferentes e que agora retomamos, com o objetivo de evidenciar a importância do processo de moralização do professor do ensino primário; na perspectiva da Igreja Católica em associação com o Estado – nas primeiras décadas do regime político do Estado Novo, particularmente nas décadas de 30 e 40 do século XX –, para perceber o modo como influenciavam a ação do docente transformando-o naquilo que, autores diversificados, designam como professor-pregador.
  • Tecendo memórias, construindo identidades – A Escola de Enfermagem de Castelo Branco – 77º Aniversário da ESALD
    Publication . Henriques, Helder
    O estudo das instituições escolares, dos seus atores educativos, dos saberes científicos que se produzem e transmitem nas instituições de ensino, da cultura organizacional construída, do modo como se ensina, mas também da forma como se relacionam com o contexto que envolve as organizações educativas, confere-lhes um estatuto de elevado interesse científico no processo de construção de profissões ou da transformação de atividades ocupacionais em atividades profissionais. É o caso da enfermagem em Portugal e do percurso que foi construindo, particularmente, ao longo da segunda metade da centúria de novecentos. O objetivo principal deste trabalho consiste em discutir o papel das Escolas de Enfermagem portuguesas na segunda metade do século XX. Para tal, utiliza-se como “arena” de discussão a Escola de Enfermagem de Castelo Branco no período que se inicia com a sua criação, em 1948, até ao momento da sua integração no Sistema Educativo Nacional (1986) e no ensino superior politécnico (1988)[1]. Ao longo do texto encontramos diversas referências teóricas, cujo objetivo principal passa pela evidente e necessária relação com um conjunto de abordagens que permitem “colocar em crise” a importância das escolas de enfermagem na conquista do estatuto de profissão; por outro lado, encontraremos, igualmente, variadíssimas referências ao percurso histórico da Escola de Enfermagem de Castelo Branco. Por fim, oferecemos à estampa um conjunto de 5 testemunhos orais de antigos professores e/ou alunos da Escola Albicastrense (Henriques, 2012) que constituem elementos fundamentais para a compreensão do processo histórico da instituição, mas também para a interpretação da enfermagem enquanto grupo profissional. A busca do conhecimento com o objetivo de alcançar a compreensão sobre o processo de construção da enfermagem como atividade profissional, reconhecida socialmente e cientificamente, constitui uma oportunidade para, além de se exporem sumariamente diversas teorias no âmbito da Sociologia das Profissões, interpretar o caminho construído e analisar o processo de afirmação da sua respeitabilidade social e profissional. Um olhar sobre uma atividade profissional como a enfermagem – cuja construção é permanente e relacional – representa a análise de um conjunto amplo de escolhas que os diferentes atores educativos, políticos, sindicais ou outros, foram produzindo com o objetivo de construir, com a necessária solidez, uma jurisdição profissional (Abbot, 1988) com estatuto reconhecido socialmente. Este processo aconteceu com o particular contributo das Escolas de Enfermagem que ao longo do século XX foram surgindo um pouco por todo o país. Contudo, há variáveis que devemos ter em conta quando estudamos, principalmente, atividades relacionadas com “os grupos que cuidam”. Em regra, estes grupos estão associados a “uma extensão do trabalho que espera as mulheres na esfera doméstica, e neste sentido o trabalho que podem desenvolver ‘naturalmente’” (Abbot e Meerabeau, 1998, pp. 8) no contexto da esfera pública. Esta perspetiva acrescenta uma variável relevante – o género - no processo de análise e de construção das profissões (Amâncio, 1993). A enfermagem não escapa a este processo onde o ato de cuidar encontra, do ponto de vista histórico, no género feminino o elemento central do processo de construção de um grupo que, ao longo da segunda metade da centúria de novecentos, pretendeu estabilizar-se como atividade profissional e alcançar o reconhecimento social, que entendia merecer. Assim, a dimensão do género introduz maior complexidade à análise destes grupos uma vez que, socialmente, estamos perante uma “visão masculinizada da divisão do trabalho” (Henriques, 2014, pp. 52) tornando-se, na nossa perspetiva, um entrave ao reconhecimento da própria atividade, na medida em que representa a visão de uma sociedade profundamente patriarcal (Witz, 1992). Outro elemento relacionado com o ato de cuidar prende-se com a perceção instalada de que se tratava de um ato essencialmente emocional. Também esta narrativa contribuiu para que a enfermagem se debatesse ao longo do seu processo de afirmação com a necessidade de distinguir aquilo que significava “preocupar-se com” e “cuidar de” (Abbott e Meerabeau, 1998, pp. 10). Esta discussão leva-nos ao “problema” da cientificidade da enfermagem ou da formalização dos conhecimentos em enfermagem e à seguinte questão: Quando nos referimos ao ato de cuidar estamos a associá-lo a uma réplica de cuidados “genderizados” e moralmente instituídos na esfera pública, como aconteceu no período do Estado Novo, ou estamos a assumir que o ato de cuidar é construído por conhecimentos especializados que se aprendem em instituições “acreditadas” num percurso académico relativamente longo e obedecendo a princípios de racionalidade? Este é o binómio em que se foi produzindo a identidade e a jurisdição profissional do grupo dos enfermeiros em Portugal. A questão anterior remete-nos para a importância da criação de diversas instituições especializadas que promoviam o ensino da enfermagem, o saber-fazer e a compreensão sobre aquilo que se fazia quer em contexto escolar e/ou académico, mas também em contexto prático onde os estudantes realizavam as suas primeiras incursões no mundo da enfermagem. Assim, a formação especializada constituiu um instrumento de afirmação da enfermagem e de delimitação do seu campo de ação (Bourdieu 1985). Depois destas primeiras palavras, façamos uma breve viagem suportados pela Sociologia das Profissões que, acreditamos, permitirá uma compreensão mais fundamentada da problemática das profissões e da importância das instituições escolares em todo este processo. A questão anterior remete-nos para a importância da criação de diversas instituições especializadas que promoviam o ensino da enfermagem, o saber-fazer e a compreensão sobre aquilo que se fazia quer em contexto escolar e/ou académico, mas também em contexto prático onde os estudantes realizavam as suas primeiras incursões no mundo da enfermagem. Assim, a formação especializada constituiu um instrumento de afirmação da enfermagem e de delimitação do seu campo de ação (Bourdieu 1985). Depois destas primeiras palavras, façamos uma breve viagem suportados pela Sociologia das Profissões que, acreditamos, permitirá uma compreensão mais fundamentada da problemática das profissões e da importância das instituições escolares em todo este processo.
  • El pretérito perfeito composto y la persistencia de los eventos
    Publication . GÓMEZ GARCÍA, LUIS VICENTE
    The pretérito perfeito composto (PPC) in Portuguese has been the subject of debate regarding whether the events it expresses must necessarily extend up to the movement of speech. Through a literature review, two main approaches are identified: those who consider the extension of the event to the moment of enunciation (ME) as part of the PPC’s semantics, and those who argue that its possible persistence is a pragmatic phenomenon. This distinction in key to the characterization of the PPC, its relationship with the pretérito perfeito simples (PPS), and its integration into the Portuguese verbal system. While diachronic studies have provided empirical evidence on the evolution of the PPC, there is a lack of analysis based on native speaker data that determine whether its extension to the ME is obligatory. Gómez Garcia’s (2015) thesis represents an exception, as it provides empirical data that help clarify the behavior of the PPC in relation to the persistence of events at the ME.
  • Análise descritiva do tipo e incidência de lesão durante a pré-época de futsal em diferentes níveis competitivos
    Publication . Marques, Catarina; Rebelo, Miguel; Crisóstomo, Rute; Silva Batista, Marco Alexandre; Paulo, Rui; Duarte-Mendes, Pedro; HONÓRIO, SAMUEL; Serrano, João; Saúde e Lazer: Construindo Pontes
    O objetivo deste estudo foi verificar a tipologia e a incidência de lesão comparando os diferentes níveis competitivos durante a pré-época. A amostra estudada foi constituída por 68 atletas de futsal masculino do escalão sénior em Portugal. A recolha de dados foi realizada através de uma grelha de registo de lesões para identificar a parte do corpo afetada, a região anatómica, o tipo de lesão, o mecanismo e a gravidade. Verificou-se que o grupo elite apresentou a menor taxa de incidência de lesão (4.8 lesões por 1000 horas de exposição) comparativamente aos grupos sub elite (11.8 lesões por 1000 horas de exposição) e amador (13.9 lesões por 1000 horas de exposição). No entanto, foi no nível de elite que existiu maior percentagem de ocorrência de lesão durante a pré-época (38.5%), o membro inferior foi a parte do corpo mais afetada (30.8%) e as lesões ligamentares (23.1%) e musculares (15.4%) foram as mais prevalentes. O mecanismo de lesão mais frequente foi o não traumático (30.8%), e a maioria foram lesões moderadas no grupo elite (23.1%) e sub-elite (17.9%) e graves no grupo amador (12.5%). Os resultados evidenciam a importância de adoção de programas específicos de prevenção de lesões ligamentares e musculares durante a pré-época, independentemente do nível competitivo.
  • A influência da condição física inicial dos jogadores de futsal na ocorrência de lesões
    Publication . Rebelo, Miguel; Marques, Catarina; Crisóstomo, Rute; Silva Batista, Marco Alexandre; Paulo, Rui; Rocha, João; Serrano, João; Instituto Politécnico de Viana do Castelo
    Apesar de existirem alguns estudos que relacionaram parâmetros de condição física e lesões desportivas, a literatura continua a ser controversa. O objetivo do estudo foi analisar prospectivamente a influência dos parâmetros da condição física inicial no desenvolvimento de lesão nos primeiros três meses da época desportiva em jogadores de futsal. Um total de 68 jogadores (24.26 ± 4.63 anos de idade) foram avaliados antes do início da época desportiva em relação a determinados parâmetros de condição física, como a composição corporal (bioimpedância), a potência dos membros inferiores (countermovement jump, CMJ) e a força muscular (dinamómetro isocinético). Os jogadores lesionados apresentaram um desempenho inicial significativamente pior no CMJ em comparação com os jogadores não lesionados (p < 0.001). Não se registaram diferenças significativas entre os grupos na composição corporal e na força muscular. Valores mais baixos de potência foram associados a um maior risco de lesão nos primeiros meses da época desportiva (OR = 0.92; IC 95% = 0.88 – 0.99). A potência muscular foi um preditor independente de lesões nos primeiros meses da época desportiva em jogadores de futsal, indicando que a melhoria da condição física em geral, nomeadamente, da potência muscular dos jogadores pode ajudar a reduzir o número de lesões.
  • Composição corporal, índices de força e potência muscular nos diferentes níveis competitivos do futsal
    Publication . Marques, Catarina; Rebelo, Miguel; Crisóstomo, Rute; Silva Batista, Marco Alexandre; Paulo, Rui; Duarte-Mendes, Pedro; HONÓRIO, SAMUEL; Serrano, João; Instituto Politécnico de Viana do Castelo.
    O objetivo foi verificar as diferenças na condição física (composição corporal, potência e força muscular) em jogadores de futsal de três níveis competitivos; Participaram no estudo 68 (24,26 ± 4,63 anos) jogadores de futsal portugueses, divididos em: elite, sub-elite e amadores. Utilizámos a bioimpedância, o salto em contra-movimento e o dinamómetro isocinético para avaliar a condição física, e o teste de Kruskal-Wallis para comparar as variáveis entre grupos; Não houve diferenças na composição corporal entre os grupos. Os jogadores de elite apresentaram maiores alturas de salto do que os jogadores amadores (p<0,001). Houve diferenças significativas na força muscular isocinética dos flexores do joelho, sendo que os jogadores de elite apresentaram mais força que os amadores (p=0,047); Os jogadores de elite apresentaram parâmetros de condição física superiores (maior potência dos membros inferiores e maior força muscular dos flexores) em relação aos jogadores amadores. Salientamos que todos os grupos apresentaram uma elevada probabilidade de lesão muscular dos membros inferiores (rácio H/Q < 60%) nesta fase da época desportiva, alertando os profissionais do treino para a importância da análise individualizada da condição física.
  • O perfil motor de crianças entre os 24 e os 48 meses de idade de acordo com as habilidades motoras globais e finas.
    Publication . Rebelo, Miguel; Adrião, Rafael; Santos, Jorge Manuel Folgado; HONÓRIO, SAMUEL; Silveira, Paulo; Serrano, João; Vaz, Vasco; Silva, Manuel Coelho e; Cordovil, Rita; Mendes, Rui
    Este estudo teve como objetivo analisar o perfil motor de crianças entre os 24 e os 48 meses de idade, utilizando a bateria PDMS-2 como instrumento de avaliação. O estudo tem uma amostra de 193 crianças (40.41 ± 8.16 meses), divididos em 3 faixas etárias, 24 meses (N=22, 27.09±0.7 meses), 36 meses (N=78, 38.12±0.9 meses) e 48 meses (N=93, 49.45±1.1 meses), sendo avaliadas as habilidades de Controle Postural, Locomoção, Manipulação de Objetos, Preensão Fina e Integração Visuomotora. A análise estatística foi realizada através do teste de Kruskal-Wallis, complementado pelo cálculo do épsilon quadrado (ε²) como medida de efeito, tendo sido observadas diferenças estatisticamente significativas entre os grupos nas variáveis Controle Postural, Locomoção, Manipulação de Objetos e Integração Visuomotora, enquanto a Preensão Fina não apresentou variações significativas (p = 0.794), sugerindo estabilidade desta competência ao longo do intervalo etário analisado. Os valores obtidos nos Standard Scores indicaram que a Locomoção nos grupos de 24 e 48 meses, bem como a Manipulação de Objetos nos grupos de 36 e 48 meses, se encontram abaixo da média esperada, contrariamente a Integração Visuomotora demonstrou uma tendência de melhoria com o aumento da idade, embora sem significância estatística. Estes resultados apontam para um desenvolvimento motor não homogéneo entre os grupos etários, destacando a Locomoção e a Manipulação de Objetos como áreas com desempenho inferior e que poderão beneficiar de estratégias de intervenção e estimulação motora específicas.
  • Análise comparativa da motricidade global e fina em crianças entre os 24 e os 48 meses.
    Publication . Adrião, Rafael; Rebelo, Miguel; Rocha, João; Farinha, Carlos; Silva Batista, Marco Alexandre; Serrano, João; Vaz, Vasco; Silva, Manuel Coelho e; Cordovil, Rita; Mendes, Rui
    Este estudo teve como objetivo comparar o desenvolvimento da motricidade global e fina em crianças entre os 24 e os 48 meses de idade, utilizando a bateria PDMS-2 como instrumento de avaliação. A amostra é composta por 193 crianças distribuídas em três grupos etários: 24 meses (N=22, 27.09±0.7 meses), 36 meses (N=78, 38.12±0.9 meses) e 48 meses (N=93, 49.45±1.1 meses). Foram analisadas as habilidades de Controle Postural, Locomoção, Manipulação de Objetos, Preensão Fina e Integração Visuomotora, agrupadas em dois domínios principais, a motricidade global e a motricidade fina. A análise estatística foi realizada através do teste de Kruskal-Wallis e do teste de Wilcoxon para amostras relacionadas, complementados pela medida de efeito épsilon quadrado (ε²). Os resultados revelaram diferenças estatisticamente significativas entre os quocientes motores globais (QMG) e finos (QMF) em todas as faixas etárias (p<0.001), indicando que o desenvolvimento motor fino é superior ao global. Observou-se uma tendência decrescente nos valores do QMG com o aumento da idade (ε² = 0.15), enquanto o QMF se manteve dentro da média normativa (ε² = 0.03), com menor dispersão e maior estabilidade. O Quociente Motor Total (QMT) apresentou uma evolução não linear, reforçando a ideia de que o desenvolvimento motor não ocorre de forma contínua. Estes resultados apontam para um desenvolvimento motor assimétrico entre os domínios global e fino, destacando a motricidade global como mais sensível à idade e ao contexto, e sugerindo a necessidade de estratégias de intervenção específicas para estimular essas competências em idades críticas.
  • Senior Info-Exclusion 4. - Emerging digital technologies and the technological singularity
    Publication . Gil, Henrique; Patrício, Maria Raquel; Moreira, M.; Carvalho, L.; Simões, A.; Candeias, M.; Tomás, H.
    The elderly population will continue to comprise the largest group of the info-excluded, nationally and worldwide. With the evolution and appearance of increasingly emerging digital technologies, the possibility of increasing the digital divide among the elderly population could become a much more worrying reality. The Internet of Things, augmented reality, mixed reality and artificial intelligence, especially the new versions of GPT Chat, among others, are bringing new challenges and the need to acquire new digital skills. There is an increasing feeling that the so-called technological singularity will be reached very soon. If systems and entities become more intelligent, they could benefit the most info-excluded citizens because the system will be autonomous in its decision-making, where technology will/can override humans. However, it is important that citizens have the ability and possibility to decide which solutions and proposals they feel are best suited to their quality of life in a future where environments will be more assistive under the more refined concept of Ambient Assisted Living (AAL). In this sense, there is an urgent need to discuss and present proposals so that today’s info-excluded can prepare for a society that will continue to be predominantly digital but will have new contexts, resources, and organisations. In this sense, the safe use of the Internet and safeguarding autonomy and independence with dignity and security will be the objectives of exercising full citizenship within a new digital ecosystem.
  • Alterações nas habilidades Motoras em crianças com um ano de idade após confinamento pela COVID-19
    Publication . Rebelo, Miguel; Rebelo, Miguel; Petrica, João; Batista, Marco; Duarte-Mendes, Pedro; Paulo, Rui; Honório, Samuel; Silveira, Paulo; Serrano, João; Centro de Publicações /Universidade da Maia - Centro de Investigação me Desporto Saúde e Desenvolvimento Humano
    O Objetivo do estudo foi verificar os efeitos desse confinamento nas habilidades motoras através de um estudo longitudinal em crianças que no início da pandemia tinham um ano de idade. A amostra foi de 12 crianças de ambos os sexos, na avaliação pré-covid tinham 12.21±2.5 meses e na avaliação pós-covid as mesmas crianças já tinham 48.21±2.6 meses. As habilidades motoras foram avaliadas usando as escalas da PDMS-2. Para a análise estatística, foi utilizado o teste de shapiro-wilk para testar a normalidade e o teste Wilcoxon para comparar os resultados das duas avaliações na mesma amostra. Houve diferenças estatisticamente significativas nas habilidades Posturais, de Locomoção, de Manipulação de Objetos, de Preensão fina (p < 0,01) e de Integração Visuo-Motora (p = 0,008). As crianças na avaliação pós-covid apresentaram, em média, piores resultados em todas as habilidades da Motricidade Global, ao contrário da Motricidade Fina, em que apresentaram melhores resultados na avaliação pós-covid. Estes resultados mostram o impacto negativo da pandemia nas crianças avaliadas com especial enfase na motricidade global, em que a maioria demonstra valores considerados abaixo da média para a idade, nomeadamente nas habilidades posturais, locomotoras e manipulativas e que esta pandemia pode ter trazido graves consequências ao desenvolvimento motor das crianças alertando os profissionais que lidam diariamente com as crianças destas faixas etárias a importância da motricidade global.